
UM LUGAR PARA VOCE APRENDER MAIS E ELEVAR A SUA MENTE AO DOBRO DE SUA CAPACIDADE MENTAL... UM LUGAR PARA VOCE REFLETIR E QUESTIONAR SOBRE TUDO O QUE HÁ A SUA VOLTA !! ABRAM SUA MENTE PARA O INIMAGINÁVEL E O IMPOSSÍVEL !!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
PERSEU !!

SEMI-DEUSES !!

Nas mitologias grega e romana, os semideuses eram filhos de deuses com parceiros mortais. Eles normalmente se destacavam por serem mais fortes que os humanos normais. Algumas vezes eram admitidos no Olimpo como imortais, o que é pouquíssimas vezes relatado.
Semideuses
Personagem | Poderes |
Hércules |
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Aquiles |
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Deon |
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Minos |
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Perseu |
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Heitor |
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Uma nova Saga de Rick Riordan revelou um novo meio-sangue herói. Percy Jackson - Filho de Poseidon.
TÂNTALO !!

terça-feira, 21 de junho de 2011
LENDA DE NARCISO !!

O CUPIDO !!

segunda-feira, 20 de junho de 2011
ORFEU !!

TESEU !!

Entrou no lugar de um jovem e partiu para Creta para entrar no Labirinto. Na partida usou velas pretas para navegar e seu pai entregou-lhe um jogo de velas brancas, para usar caso saísse vitorioso na missão.
cabeça. Infelizmente, ele esqueceu de colocar uma vela branca na sua volta de barco à Atenas, como tinha prometido ao seu pai, o Rei Egeu. Vendo uma vela preta e assumindo então que Teseu estava morto, Egeu se lançou do penhasco, dando o seu nome ao mar Egeu.
sábado, 18 de junho de 2011
HÉRCULES !!

Segundo o mito, aproveitando o fato de Anfitrião estar ausente, em batalha, Zeus se caracterizou como ele, e se fez passar pelo mesmo. Ao retornar da batalha, Anfitrião descobriu a traição, e, irado construiu uma grande fogueira para queimar Alcmena viva. Zeus então, mandou nuvens de chuva para apagar o fogo, o que acabou fazendo com que Anfitrião aceitasse a situação. Hércules, portanto, nasceu do encontro de Zeus e Alcmena.
A deusa Hera, esposa de Zeus, enciumada pela traição, enviou duas serpentes para matar Hércules ainda no berço. Não teve exito, pois ainda bebê, Hércules estrangulou as serpentes com as próprias mãos.
Quando adulto, Hera provocou em Hércules um ataque de fúria, que o levou a matar sua esposa Mégara e seus três filhos. Como punição pelo crime, o oráculo de Delfos o incumbiu de doze tarefas de extremo risco. Essas tarefas são chamadas de “Os doze trabalhos de Hércules”. São eles:
- Matar o leão de Neméia – Hércules o estrangulou.
- Destruir um monstro de sete cabeças que cuspia fogo – o monstro era a hidra de Lerna, que Hércules matou.
- Capturar a corça de Gerínia – Hércules a capturou viva, sendo que ela tinha chifres de ouro e pés de bronze.
- Acabar com um javali selvagem gigantesco – Hércules capturou vivo o javali de Erimanto.
- Limpar em um só dia o curral do rei Augeasos – Hércules limpou o estábulo que já não havia sido limpo nos últimos trinta anos, e no qual havia três mil bois.
- Acabar com as aves do lago Estinfale – Hércules matou as aves antropófagas dos pântanos com flechas envenenadas.
- Capturar um touro louco na ilha de Creta – Hércules capturou o touro vivo, apesar do mesmo lançar chamas pelas narinas.
- Eliminar as éguas do rei Trácia – Hércules capturou as éguas antropófagas de Diomedes, domando-as.
- Roubar o cinto de ouro da rainha Hipólita – Hércules conseguiu, após longas batalhas, obter o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas.
- Capturar os bois selvagens de Gerião, da ilha de Eritéia – Hércules capturou o rebanho de bois vermelhos, após ter matado Gerião, que tinha três corpos.
- Roubar as maçãs douradas das ninfas no jardim das Espérides – Hércules recuperou as três maçãs de ouro do jardim, por intermédio de Atlas.
- Capturar o cão de três cabeças Cérbero, guardião dos portões do inferno – Hércules capturou o cão, que além das três cabeças, tinha cauda de dragão e pescoço de serpente.
Ao realizar as doze tarefas, além de se redimir pela morte de sua esposa e de seus filhos, Hércules conquistou a imortalidade.
Casou-se com Dejanira, que sem querer lhe causou a morte. Na condição de imortal, Hércules foi transportado para o Olimpo, onde se casou com a deusa da juventude, Hebe.
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ODISSEUS !!

O personagem é Rei de Ítaca, casado com Penélope, com quem teve um filho chamado Telêmaco, foi apaixonado por sua cunhada Helena, esposa de Menelau. Idealizador do “Cavalo de Tróia” foi responsável pela entrada do exército grego, garantindo o sucesso da batalha.
Na viagem de volta, Odisseu e sua tripulação enfrentaram tempestades terríveis. Desembarcaram na terra dos Cícones na Trácia, de onde foram expulsos. Enfrentou ventanias até que os seus navios foram parar numa terra de comedores de lótus (Lotófagos), e teve que arrancar à força sua tripulação de lá, porque todos ficaram viciados na flor, que causava esquecimento e falta de vontade de voltar ao mar.
Algum tempo depois, eles chegaram à Ilha paradisíaca dos Ciclopes. Um lugar encantado, reinado pelo ciclope Polifemo, filho de Posídon (Deus do Mar), que após abrigá-los em uma linda gruta, devorou alguns de seus tripulantes.
Odisseu então, estrategista que era, como se nada tivesse acontecido, embebedou Polifemo, que após cair no sono, teve seu único olho furado. No dia seguinte, cego, ele tirou a pedra da porta da gruta e não pôde ver quando os homens saíram escondidos junto com os animais que ali estavam. Enquanto isso, Posídon, pai de Polifemo jurou sua ira por Odisseu ter furado o olho de seu filho.
Quando os navios aportaram na Ilha de Éolo (Deus dos Ventos), eles ganharam de presente um odre que continha poderosos ventos. Uma suave brisa soprou arremessando-os no sentido de Ítaca, mas os tripulantes do navio, curiosos, achando que o odre poderia conter riquezas, abriram-no libertando os ventos furiosos que os empurraram de volta para a ilha de Éolo. Desta vez, o Deus dos Ventos, recusou-se a ajudá-los. Sendo assim, com muito sacrifício, seguiram novamente viagem, até que foram parar numa terra de gigantes antropófagos “Lestrigões” que logo de cara devoraram seu mensageiro e atiraram pedras contra eles. Deste ataque, somente se salvou o navio de Odisseu, que escapou em alta velocidade indo parar na Ilha de Eéia, onde vivia a feiticeira Circe, filha de Hélio (Deus Sol).
Parte da tripulação de Odisseu desembarcou e foi recebida com comida e bebida encantadas por uma poção que os transformaram em porcos, indo parar no chiqueiro. Um deles escapou e foi avisar Odisseu, que prontamente se dirigia ao castelo para salvá-los, quando encontrou Hérmes (protetor dos viajantes), que lhe ofereceu uma planta que continha o antídoto contra os feitiços da bruxa e o aconselhou a ameaçá-la com firmeza.
Quando Circe viu que seu encanto não estava mais fazendo efeito, ameaçada pela espada de Odisseu, ela desfez o encanto e ainda hospedou a todos, chegando a ter um romance com Odisseu, onde nasceu um filho chamado Telégono.
Odisseu havia perdido a direção de Ítaca, mas mesmo assim resolveu partir. Circe o aconselhou a passar antes emHades e consultar a sombra do adivinho Tirésias. Chegando lá, ele encontrou várias outras sombras de heróis e heroínas mortos, que o alertaram para uma volta atribulada ressaltando que não deveriam em hipótese alguma, comer nenhuma rês do rebanho de Helio.
No caminho, eles enfrentaram o assédio das sereias, escapando porque conseguiram tapar os ouvidos; passaram pelo gigantesco rodamoinho “Caríbdis”; por um monstro de várias cabeças chamado “Cila” quando finalmente chegaram à Trinácia, onde o deus Hélio guardava seus rebanhos.
Quando Odisseu adormeceu, seus homens que estavam famintos desobedeceram e mataram algumas vacas para comer. Hélio ficou furioso e queixou-se com Zeus, que por castigo, destruiu toda a embarcação em alto mar e os homens da tripulação, poupando apenas Odisseu, pois foi o único que não havia tocado nos animais. Mesmo assim, ele ainda ficou durante nove dias agarrado a um pedaço de madeira da embarcação, boiando, até chegar à Ilha de Ogígia, lar da ninfa Calipso, que o acolheu. Acabaram se apaixonando e ele permaneceu por lá, durante muitos anos onde teve mais filhos.
Enquanto isso, em Ítaca, sem notícias, sua esposa o esperava fielmente. Todos achavam que ele havia morrido e os homens começaram a cortejar Penélope, chegando a plantar-se no castelo enquanto ela não se decidisse por algum deles. Ela estava sendo pressionada e ganhava tempo dizendo que só se casaria após terminar de tecer uma manta (atrasando o trabalho de propósito). Telêmaco preocupado decidiu sair em busca do pai em alto mar.
Zeus ordenou a Calipso que deixasse Odisseu retornar. Numa humilde jangada, enfrentando as tempestades provocadas pela ira de Posídon, ele chegou quase morto a outra ilha encantada chamada Esquéria, onde seus habitantes feácios, eram evoluídos e se comunicavam diretamente com os deuses. A princesa Nausicaa, encontrou o herói nu e desacordado na praia e com o auxílio de seu pai, o Rei Alcinoo, cuidou dele e deram-lhe presentes, prometendo que o ajudariam a voltar pra casa.
Com a ajuda dos marinheiros de lá, conseguiu chegar até Ítaca. Não foi atingido, quando Posídon irado, castigou-os por tê-lo ajudado, transformando o navio em pedra e escondendo a ilha atrás de montanhas para que nunca mais fosse encontrada por ninguém.
Ao pisar em Ítaca, Atenas disfarçou Odisseu como um mendigo, para que os pretendentes de sua esposa não pudessem reconhecê-lo. Ele foi procurar o porqueiro chefe, que sempre foi seu escudeiro fiel. Sem saber que se tratava do antigo patrão, o porqueiro contou em detalhes tudo o que estava acontecendo por lá e o hospedou. Enquanto estava na casa do porqueiro, Odisseu reencontrou Telêmaco que voltava de sua busca. Contou ao filho que estava disfarçado e os dois juntos começaram a arquitetar um plano para se livrarem dos pretendentes de Penélope.
Telêmaco, sem dizer nada a ninguém, levou o “Mendigo” para o castelo e exigiu que ele fosse tratado como um hóspede. Ninguém o reconheceu, a não ser sua ama Euricléia, que o conhecia desde criança. A serva prometeu segredo.
No dia seguinte, Odisseu na presença de Penélope, sem ser reconhecido, confidenciou que o marido dela estava vivo e tentava voltar para Ítaca. Penélope revelou a ele, que não agüentava mais a pressão de ter que se casar e que no dia seguinte, faria um concurso para escolher um dos seus pretendentes como marido. Seria vencedor aquele que conseguisse atirar uma flecha com o arco de Odisseu, que deveria atravessar o orifício de doze machados enfileirados no chão.
No dia seguinte, nenhum dos pretendentes conseguiu lançar a flecha. Foi quando o “mendigo” sob as gargalhadas de reprovação dos pretendentes pediu que lhe fosse permitido participar da prova.
Autorizado e sem nenhum esforço, Odisseu lançou a flecha certeira em direção aos machados. Em seguida, com Telêmaco e seus servos fiéis, matou todos os pretendentes e os empregados traidores, assumindo sua verdadeira identidade. Em seguida, enfrentaram mais uma batalha contra os amigos dos pretendentes mortos que queriam se vingar. Desta vez, Atenas e Zeus os defenderam.
Odisseu e Penélope se reencontraram novamente e continuaram reinando Ítaca em paz.
ORFEU E EURÍDICE !!

O deus dos matrimônios, Himeneu, consagrou o amor de Orfeu e Eurídice, mas não foi capaz de trazer boa sorte a este relacionamento. Uma atmosfera de presságios inundou esta união desde o início, o que se concretizou quando a jovem, pouco depois, foi assediada por Aristeu, por sua intensa beleza. Ao escapar de sua perseguição, ela esbarrou em uma serpente e foi picada pelo réptil, o que provocou sua morte.
Incapaz de aceitar este fato, Orfeu declara sua tristeza a mortais e imortais, mas, nada obtendo, vai atrás de sua amada no Inferno. Aí o amante, tocando sua lira, leva Caronte a guiá-lo pelo mundo sombrio dos mortos, ao longo do Rio Estige; entorpece Cérbero, o guardião das portas infernais; seu doce lamento ameniza as torturas das almas aí exiladas; e, diante de Hades, arranca lágrimas do próprio soberano dos desprovidos de vida, o qual, diante dos apelos da esposa Perséfone, permite que Orfeu atravesse os umbrais desta região para buscar Eurídice, mas impõe uma cláusula ao seu contrato verbal.
A jovem retornaria com Orfeu ao universo dos vivos, desde que o amante não olhasse para sua amada até estar novamente sob o Sol. Ele consegue resistir através de túneis sombrios e difíceis de atravessar, e já estava quase chegando à esfera iluminada quando, para ter certeza de que a esposa estava logo atrás, espia por um instante a parte final do caminho. Neste momento, Eurídice se transforma novamente em um espectro, lança um último grito e parte para a esfera dos mortos.
Orfeu é impedido de acompanhar a esposa e se desespera, permanecendo sete dias ao lado do lago, em jejum. Ele se converte em um ser devorado pela angústia e rejeita as outras jovens; tenta sem sucesso esquecer sua grande perda. Cansadas de serem menosprezadas, as Mênades, mulheres furiosas, cortam seu corpo em pedaços e lançam sua cabeça no Rio Hebrus.
As nove musas se compadecem de Orfeu e juntam seus fragmentos, sepultando-os no Monte Olimpo. Agora no reino dos mortos, o amante se reúne a Eurídice. No local em que jaz seu corpo, afirmam que os rouxinóis entoam seu canto de uma forma mais suave. As assassinas são punidas pelos deuses, transformando-se em sólidos carvalhos.
Na versão do compositor clássico Glück, os amantes recebem uma nova oportunidade do Amor, que permite a Orfeu buscar Eurídice no reino dos mortos. Este curioso personagem testa a resistência do jovem apaixonado ao impedir que olhe para a amada enquanto não atingem o mundo dos vivos, mas, quando ele não resiste e perde novamente a esposa, ele o impede de buscar a morte e propicia o reencontro definitivo de ambos.
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ARIÁDNE !!

A ideia é bem sucedida e ambos retornam triunfantes, mas, a partir de então, há várias versões sobre a sequência deste conto. Uma delas dá conta de que Teseu teria deixado a amada na ilha de Naxos, possivelmente cumprindo ordens de Atena, deusa da guerra e da sabedoria.
Alguns pesquisadores afirmam que ela teria dado cabo de sua própria vida neste recanto; outros concluem que ela morreu no parto de seu filho, em Chipre. Mas a narrativa mais disseminada conta que Afrodite, deusa da beleza e do amor, teria se compadecido de sua sina e teria lhe oferecido como consorte Dioniso, o deus do vinho, e ambos teriam gerado dois filhos. Há ainda outra possibilidade, menos conhecida, segundo a qual Diana, deusa da caça e da lua, seria a responsável por sua morte, em cumplicidade com Dioniso.
Dioniso, logo após a união, presenteia sua esposa com uma coroa de ouro, a qual é revestida de pedras preciosas; depois da morte de sua amada ele lança a joia na direção do céu, cumprindo seu último desejo. Então a heroína se converte em estrelas luminosas, em forma de coroa, localizadas entre a constelação de Hércules e a da serpente.
Ariadne foi a filha do rei de Creta que apaixonou-se por Teseu quando este foi mandado, voluntariamente, como sacrifício ao minotauro que habitava o labirinto construido por Dédalo e tão bem projetado que quem se aventurasse por ele não conseguiria mais sair. Este amor foi retribuido, e Ariadne deu uma espada para que Teseu enfrentasse o Minotauro e um novelo de linha pra que ele pudesse achar o caminho de volta. Teseu saiu vitorioso, e partiu de volta à sua terra com Ariadne.
No caminho de volta passaram em Naxos onde Teseu abandonou-a adormecida. Ao acordar, vendo-se sozinha, Ariadne se desespera. Esta, desesperada atirou-se ao mar, procurando a morte. Vênus, ao perceber seu desespero, se apieda de Ariadne e promete a ela um amante imortal, em lugar do ingrato mortal que tivera. Dionisio segurou-a em seus braços e imediatamente se apaixonou por Ariadne, casaram-se e tiveram filhos e, quando Ariadne morreu, Bacchus colocou no céu em forma de estrelas a sua coroa, como lembrança do seu amor.
Por tais razões é que Ariadne é retratada como líder das extasiantes mênades dançantes, as mulheres seguidoras de Dionísio. Mencionada ainda, como supervisora dos rituais femininos da Vila dos Mistérios, na antiga Pompéia. Esta vila era um lugar destinado à iniciação de mulheres. O primeiro estágio da iniciação começava com orações preliminares, refeição ritual e purificação. O segundo estágio é a entrada no submundo, mostrando sátiros meio-humanos e meio-animais, e Sileno, velho gordo e bêbado, mas dotado de imenso conhecimento do passado e do futuro. Com a perda da consciência, a iniciada entrava no mundo de instintos e sabedoria, distante da segurança racional.
É uma evolução notável de suas realizações, pois passa uma mulher triste e abandonada para uma forte ligação com os deuses. Agora é outra mulher, pronta para passar ao mundo exterior a sua força interior.





