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sábado, 6 de agosto de 2011

MORPHEUS - O SENHOR DOS SONHOS !!





Morpheus (palavra grega cujo significado é "aquele que forma, que molda") 
é o deus grego dos sonhos.

Morpheus tem a habilidade de assumir qualquer forma humana 
e aparecer nos sonhos das pessoas como se fosse 
a pessoa amada por aquele determinado indivíduo.

Seu pai é o deus Hipnos, do sono. 

Os filhos de Hipnos, os Oneiroi, são personificações de sonhos, 
sendo eles Icelus, Phobetor, e Phantasos

Morpheus foi mencionado no Metamorphoses de Ovídio 
como um deus vivendo numa cama feita de ébano 
numa escura caverna decorada como flores.

A droga morfina tem seu nome derivado de Morpheu
visto que ela propicia ao usuário sonolência 
e efeitos análogos aos sonhos.

Sandman (Homem de Areia, em inglês) 
é uma referência mitológica encontrada em várias culturas. 

Uma referência consagrada é a dinamarquesa, 
através de um conto de Hans Christian Andersen
chamado Ole Lukoeje (ou Olavo fecha-olhos)

Esse personagem, de contos infantis, 
é uma figura mitológica que sopra areia nos olhos das crianças 
para que elas durmam 
(No Brasil, é conhecido como João Pestana).






De modo geral, Sandman aparece para cada pessoa 
como o aspecto mais nobre de sua raça. 

Como personagem, Sonho é extremamente pálido, 
tem cabelos negros e se veste geralmente apenas 
com uma peça de tecido preto enrolada ao corpo. 

Já apareceu, na história chamada "Histórias na Areia"
interagindo com os antepassados de uma tribo da África sub-saariana, 
representado como um homem negro chamado Kai'Ckul

Também já apareceu transfigurado em gato 
na história "Sonho de Mil Gatos" 
e também como raposa no especial "Caçadores de Sonhos"

Sonho às vezes é visto com uma ou mais de suas ferramentas : 
uma algibeira cheia de areia dourada, um rubi 
e um elmo de formato bastante singular. 

O elmo - que só costuma usar em algumas situações, 
como viagens a lugares inóspitos - 
também é seu símbolo na galeria de cada Perpétuo. 

Ele sempre se veste de preto, 
exceto quando usa seu traje formal, 
que tem detalhes roxos e azuis. 

No seu passado não costumava ser assim. 

Na história "Homens de Boa Sorte"
Sonho é visto em diferentes momentos nos últimos 500 anos. 

Nessa história seus trajes são um pouco mais convencionais 
do que os do Sonho moderno, 
mas ainda com um ar de excentricidade. 

Outro detalhe, seus olhos são negros como a noite pontilhada 
por milhares de estrelas brilhantes.

Seu pai Hipnos (o sono) viveu no palácio construído 
dentro de uma caverna grande no oeste distante, 
onde o sol nunca chegou, porque ninguém tinha um galo 
que acordasse o mundo, nem gansos ou cães, 
de modo que Hipnos viveu sempre em tranquilidade, 
em paz e silêncio.

Do outro lado de todo este lugar peculiar passava Lete
o rio do esquecimento, e nas margens, 
outras plantas cresciam aquele junto com colaborando 
com murmuro liso de águas limpidas do rio a dormir. 

No meio do palácio estava uma cama bonita, 
cercada pelas cortinas pretas em que Hipnos 
descansou em plumas macias 
com um sonho calmo flagelado das histórias. 

Seu filho, Morpheus (Sandman) tomou cuidado 
de que ninguém o acordasse.

Hipnos teve também outras duas crianças 
chamadas Iquelo e Fantaso

Hipnos podia dominar assim muito 
aos deuses a respeito dos mortais. 

É representado como uma pessoa nova. 

Hipnos era o deus do sono, da atividade de dormir, 
mas não dos sonhos em si; 
histórias que passam em nossos pensamentos, 
representada por Morpheus.

Hipnos gerou (sozinho) os mil Onírios, deuses dos sonhos, 
entre eles Morpheus, Fantaso, Icelos e Forberto
Fantasia é sua única filha, 
personificação do Devaneio e da morte.

Segundo Homero, Hipnos vive em Lemmos
e está casado com a Grácia Pasitea
que Hera lhe concedeu em agradecimento 
por préstimos realizados. 

Tem forma humana, mas se torna uma ave antes de dormir.
Outras vezes Morpheus é representado como um jovem 
com asas que toca uma flauta na frente dos homens 
para fazê-los dormir, e que tem um rastro de névoa negra.

Hipnos era considerado um deus com suas vestes 
e cabelos na cor dourada, assim como seu irmão gêmeo, 
Thanatos ou Tánatos, era considerado um deus de vestes 
e cabelos na cor prateada.







Sono e Sonhos
Antes de mais nada, precisamos definir 
alguns parâmetros e termos :

Sono é um estado em que cessam 
as atividades físicas motoras e sensoriais.

Sonho é a lembrança dos fatos, 
dos acontecimentos ocorridos durante o sono.

A ciência ortodoxa, analisando tão somente 
os aspectos fisiológicos das atividades oníricas, 
ainda não conseguiu conceituar com clareza 
e objetividade o sono e o sonho. 

Sem considerar a emancipação da alma, 
sem conhecer as propriedades e funções do duplo-etérico 
(perispírito para os Kardecistas), fica, realmente, 
difícil explicar a variedade das manifestações 
que ocorrem durante o repouso do corpo físico. 

Alguns psiquiatras e psicólogos 
já analisam os sonhos como atividades 
do psiquismo mais profundo.

Assim temos em
Freud, o precursor dos estudos 
mais avançados nesta área. 

Ele julgava que os instintos, quando reprimidos, 
tendem a se manifestar e uma destas manifestações 
seria através dos sonhos. 

Isto numa linguagem simbólica representativa do desejo.

Adler introduziu em Psicologia o “instinto do poder” . 

Nossa personalidade gravitaria em torno da auto-afirmação, 
do desejo do domínio.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

PERSEU !!





Perseu foi o herói mítico grego que decapitou a Medusa, monstro que transformava em pedra qualquer um que olhasse em seus olhos.

Perseu era filho de Zeus que sob a forma de uma chuva de ouro, introduziu-se na torre de bronze e engravidou Dânae, a filha mortal do rei de Argos.

Perseu e sua mãe foram banidos pelo avô, Acrísio que temia a profecia de que seria assassinado pelo neto, atirando-os ao mar em uma urna para que levasse os dois para bem longe. Protegida por Zeus, a embarcação chegou a ilha de Serifo, onde foi encontrada pelo pescador Díctis, irmão do rei de Serifo.

Perseu e sua mãe viveram na casa de Díctis e sua esposa por anos, até que um dia, o rei, Polidectes, quando passava pela casa de seu irmão, resolveu visitá-lo.

Ao ver Dânae, apaixonou-se e quis se casar com ela.

Perseu se tornou um grande homem, forte, ambicioso, corajoso, aventureiro e protetor da mãe.

Polidectes, com medo de que a ambição de Perseu o levasse a lhe usurpar o trono, propôs um torneio no qual o vencedor seria quem trouxesse a cabeça da Medusa, o instinto aventureiro de Perseu não o deixou recusar.

Em outra versão do mesmo mito todos os convidados em uma homenagem ao Rei, deveriam dar-lhe um presente, como Perseu era pobre se ofereceu para trazer a cabeça da Medusa como presente.

Perseu, conhecendo sua mãe, disse que iria participar do torneio, mas não disse que iria enfrentar a Medusa, com receio de que ela o impedisse.

Da batalha contra Medusa saiu vitorioso graças à ajuda de Atena, Hades e Hermes Atenas deu a ele um escudo tão bem polido, que tal qual num espelho, podia se ver o reflexo ao olhar para ele.

Hades lhe deu um capacete que torna invisível quem o usa, e Hermes deu a ele suas sandálias aladas, três objetos que foram definitivos para a vitória de Perseu.

Então Perseu, guiado pelo reflexo no escudo, sem olhar diretamente para a Medusa, derrotou-a cortando sua cabeça, que ofereceu à deusa Atena.

Diz a lenda que, quando Medusa foi morta, o cavalo alado Pégaso e o gigante Crisaor surgiram de seu ventre. Passou em seu retorno pelo país das Hespérides, onde ficava o titã Atlas que foi condenado a segurar a abóbada celeste em seus ombros.

Vendo que o lugar era muito bonito, Perseu pediu a Atlas se podia dormir pelos arredores naquele dia, dizendo ao titã : " Se vês uma pessoa pela sua família, saiba que sou filho de Zeus e se, porém, valorizas grandes feitos, saiba que matei a górgona Medusa ".

Atlas responde: " Tu, mortal, mataste a rainha das górgonas ? Nenhum mortal teria condições para fazer talcoisa ".

Muito revoltado por não ter sido acreditado por Atlas, Perseu mostra a cabeça de Medusa ao enorme titã, este quando encara os olhos da górgona começa a ter todo seu corpo petrificado, seus ossos se transformam em uma montanha, sua barba em floresta e sua cabeça o cume.

Continuando sua volta para casa, passou por uma ilha onde viu uma linda mulher acorrentado no meio do mar, não fossem as lágrimas que vertiam de seu rosto, teria confundido-a com uma estátua.

Perseu pergunta a jovem o que fez para merecer tal punição, a moça então diz a ele: " Eu sou Andrômeda minha mãe Cassiópeia ousou comparar sua beleza com as filhas de Poseidon as ninfas do mar, e fomos castigados por isso.

Posêidon mandou o monstro Cetus destruir nossa cidade pelo erro de minha mãe e eu fui oferecida como sacrifício ".

Perseu diz que salvará a bela moça, se esta prometer casar com ele, mas antes de receber a resposta, uma grande onda se abriu no meio e o monstro marinho apareceu, sem pensar duas vezes Perseu vai de encontro ao monstro e, aproveitando sua vantagem de voar, ganha a sangrenta batalha.

Os pais de Andrômeda lhe concedem sua mão e Perseu volta para casa com ela.

Conforme a profecia, Perseu acabou assassinando o avô durante uma competição esportiva, em que participava da prova de arremesso de discos.

Fazendo um lançamento desastroso, acertou acidentalmente seu avô sem saber que ele estava ali.

Assim, cumpriu-se a profecia que Acrísio mais temia.

Apesar disso Perseu se recusou a governar Argos ( trocando de reinos com megapente filho de Preto ) e governou Tirinto e Micenas ( cidade que fundou ), estabelecendo uma família cujos descendentes incluíam Hércules.


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DEUSA HÉBE !!





Na mitologia grega, Hebe é a deusa da juventude filha legítima de Zeus e Hera.

Por ter o privilégio da eterna juventude, representava a donzela consagrada aos trabalhos domésticos.

Assim, cumpria no Olimpo diversas obrigações : preparava o banho de Ares, ajudava Hera a atrelar seu carro e servia néctar e ambrosia aos deuses.

Um dia, quando executava essa tarefa, caiu numa posição inconveniente.

Segundo uma versão, os olímpicos puseram-se a rir sem parar e a jovem, envergonhada, negou-se a continuar servindo-os.

Foi substituída pelo mortal Ganímedes.

Hebe dançava com as Musas e as Horas ao som da lira de Apolo.

Desposou Héracles (ou Hércules), quando o herói, após sua morte, foi admitido entre as divindades.


[Hebe.png]

APOLO E JACINTO !! AMOR HOMO !!




Amou tão intensamente o formoso Jacinto que, segundo Ovídio, esqueceu de si mesmo, do arco e da lira, e passava todo o seu tempo longe de Delfos entretendo-se com o jovem.

Mas Jacinto também era o predileto do vento Zéfiro, que invejoso da primazia de Apolo sobre o coração do jovem, num dia em que eles jogavam o disco, desviou o lance de Apolo, e o disco atingiu Jacinto, matando-o.

Cheio de tristeza, Apolo impediu que ele fosse levado por Hades, e o transformou em uma flor que recebeu seu nome.

Uma das lágrimas de Apolo tocou numa das pétalas, deixando uma marca.

Jacinto mais tarde recebeu um culto próprio importante, especialmente cultivado em Esparta, e festivais dedicados a ele ainda sobrevivem nos dias de hoje.

CTÓNICOS !!

Em mitologia, e particularmente na grega, o termo ctónico designa ou refere-se aos deuses ou espíritos do mundo subterrâneo, por oposição às divindades olímpicas.

Por vezes são também denominados "telúricos".

A palavra grega χθών (khthōn) é uma das várias que são usadas para "terra", e refere-se tipicamente ao interior do solo mais do que à superfície da terra (como γαιη gaia ou γε ) ou à terra como território (como χορα khora).

Evoca ao mesmo tempo a abundância e a sepultura.



Deuses Ctónicos e Deuses Olímpicos

Enquanto termos como "divindade da terra" têm implicações mais amplas, os termos khthonie e khthonios têm um significado mais técnico e preciso em grego, referindo-se antes de mais nada à forma como se ofereciam sacrifícios ao deus em questão.

No culto ctónico típico, o animal vítima era massacrado num bothros (βοθρος, "poço") ou megaron (μεγαρον, "câmara afundada").

No culto aos deuses olímpicos, pelo contrário, a vítima era sacrificada sobre um bomos (βομος, "altar") elevado.

As divindades ctónicas também tendiam a preferir as vítimas negras sobre as brancas, e as oferendas eram normalmente queimadas inteiras ou enterradas em vez de ser cozinhadas e repartidas entre os devotos.



Tipo de culto em relação à função

Ainda que os deuses e deusas ctónicos tivessem uma relação genérica com a fertilidade, não tinham um monopólio sobre esta, nem eram os deuses olímpicos totalmente indiferentes à prosperidade da terra.

Assim, ainda que tanto Deméter como Perséfone cuidassem de vários aspectos da fertilidade da terra, Deméter tinha um culto tipicamente olímpico enquanto que o de Perséfone era ctónico.

Para tornar tudo ainda mais confuso, Deméter era adorada ao lado de Perséfone com ritos idênticos, e mesmo assim era ocasionalmente classificada como uma olímpica na poesia e nos mitos.



Entre ambos

As categorias olímpica e ctónica não eram, no entanto, totalmente estritas.

Alguns deuses olímpicos, como Hades e Hermes, também recebiam sacrifícios e dízimos em alguns locais, Hades por exemplo mesmo sendo um Deus do Olimpo, era tido como o principal do panteão Ctónico, já que seus domínios compreendiam as porfundezas da terra.

Os heróis deificados Herácles e Esculápio podiam ser adorados como deuses ou como heróis ctónicos, dependendo da região.

Além disso, algumas divindades não são facilmente classificáveis sob estes termos.

A Hécate, por exemplo, era costume oferecer cachorros nas encruzilhadas, o que seguramente não era um sacrifício olímpico, nem tampouco uma oferenda típica a Perséfone ou aos heróis.

Mas, devido às suas funções no mundo subterrâneo, Hécate é geralmente classificada como ctónica.



Referências contemporâneas


  • O autor de novelas de horror Brian Lumley aplicou o termo "ctónico" a uma espécie fictícia nas suas contribuições aos mitos de Cthulhu de H.P. Lovecraft.



Divindades Ctónicas (da terra)


  • Hades Senhor do submundo
  • Gaia
  • Reia (Cibele)
  • Eumênedes (Erínias)
  • Hécate
  • Deméter
  • Horas
  • Graças
  • Dioniso
  • Perséfone
  • Hespérides

AS GRAÇAS !!





As Graças (Cárites na Mitologia Grega) são as deusas da dança, dos modos e da graça do amor, são seguidoras de Vênus e dançarinas do Olimpo.

Apesar de pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do Renascimento as Graças se tornaram símbolo da idílica harmonia do mundo clássico.

Graças, nome latino das Cárites gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade.

Ao que parece seu culto se iniciou na Beócia, onde eram consideradas deusas da vegetação. O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas.

Na Ilíada de Homero aparece uma só Cárite, esposa do deus Hefesto.

Existem variações regionais, sendo que o trio mais freqüente é :


  • Aglaia - a claridade;
  • Tália - a que faz brotar flores;
  • Eufrosina - o sentido da alegria;


Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras.

Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas com Afrodite, deusa do amor.

Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música.

Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta.

Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens.



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AS HELÍADES !!





As Helíades (em grega: Ηλιάδες, "filhas de Hélio"), na mitologia grega, eram as filhas de Hélio, o deus que conduzia o Sol diante de Apolo.

De acordo com algumas versões de seu mito, eram três : Egialeia, Egle e Etéria.

De acordo com outra, seriam cinco : Hélia, Mérope, Febe, Etéria e Dioxipe.

Seu possível irmão, Fáeton, morreu após tentar conduzir a carruagem de seu pai (o Sol) pelo céu; incapaz de controlar os cavalos, acabou despencando das alturas.

As Helíades entraram em luto por cinco meses, e os deuses as transformaram nos choupos, e suas lágrimas em âmbar. Algumas fontes dizem que suas lágrimas teriam formado o rio Erídano.



AS HORAS !!





As Horas (em grego: Ώρες; em latim: Horae) constituíam, na mitologia grega, um grupo de deusas que presidiam às estações dos anos.

Eram filhas de Zeus e Têmis são: Irene (paz), Dice (justiça) e Eunômia (disciplina); estas são as Horas mais velhas e estão ligadas a legislação e ordem natural, sendo uma extensão dos atributos de sua mãe Têmis.

Eumônia está relacionada com a representação da divindade da justiça.

Temis e Dice elucidam o lado ético do instinto, a voz miúda e calma no seio do impulso.

Dike para a humanidade é a função de base institual muito sintônica com o que chama de instinto para reflexão.

As três horas também são as porteiras do Olimpo.

Existem mais nove Horas que são guardiãs da ordem natural, do ciclo anual de crescimento da vegetação e das estações climaticas anuais.

(Talo, Carpo, Auxo, Acme, Anatole, Disis, Dicéia, Eupória, Gimnásia).

OS DEUSES OLÍMPICOS !!





Os Doze Deuses Olímpicos, também conhecidos como o dodekatheon, (termo usado no grego medieval, por exemplo, por Nicephorus Callistus Xanthopoulos, Atanásio de Alexandria ou Doukas e que é composto pordōdeka, "doze"+ θεοί, theoi, "deuses"), na mitologia grega, eram os principais deuses do panteão grego, residentes no topo do Monte Olimpo.

POSSÊIDON OU POSÍDON !! MAIS ...





Na mitologia grega, Posídon (em grego antigo Ποσειδν, transl. Poseidōn), também conhecido como Poseidon ou Possêidon, assumiu o estatuto de deus supremo do mar, conhecido pelos romanos como Netuno e pelos etruscos por Nethuns.

Também era conhecido como o deus dos terremotos e dos cavalos.

Os símbolos associados a Posídon com mais frequência eram o tridente e o golfinho.

A origem de Posídon é cretense, como atesta seu papel no mito do Minotauro.

Na civilização minóica era o deus supremo, senhor do raio, atributo de Zeus no panteão grego, daí o acordo da divisão de poderes entre eles, cabendo o mar ao antigo rei dos deuses minóicos.




Mito

Como primeiro filho de Cronos e Réia era um dos principais deuses do Olimpo e, de acordo com certas tradições, é irmão mais velho de Zeus e Hades.

Primordialmente Zeus terá obrigado seu pai Cronos a regurgitar e restabelecer a vida aos filhos que este sistematicamente engolia, e entre os salvos está Poseidon, explicando assim Zeus como o irmão mais novo.

Poseidon fora criado entre os Telquines, os demónios de Rodes.

Quando atinge a maturidade, ter-se-á apaixonado por Hália, uma das irmãs dos Telquines, e desse romance nascem seis filhos e uma filha, de nome Rodo, daí o nome da ilha de Rodes.

Em uma famosa disputa entre Poseidon e Atena para decidir qual dos dois seria o padroeiro de Atenas, ele atirou uma lança ao chão para criar a fonte da Acrópole.

Entretanto, Atena conseguiu superá-lo criando a oliveira.

Na Ilíada, Poseidon aparece-nos como o deus supremo dos mares, comandando não apenas as ondas, correntes e marés, mas também as tempestades marinhas e costeiras, provocando nascentes e desmoronamentos costeiros com o seu tridente.

Embora seu poder pareça ter se estendido às nascentes e lagos, os rios, por sua vez, têm as suas próprias deidades, não obstante o fato de que Poseidon fosse dono da magnífica ilha de Atlântida.

Geralmente, Poseidon usava a água e os terremotos para exercer vingança, mas também podia apresentar um caráter cooperativo.

Ele auxiliou bastante os gregos na Guerra de Tróia, mas levou anos se vingando de Odisseu, que havia ferido a cria de um de seus ciclopes.

Os navegantes oravam a ele por ventos favoráveis e viagens seguras, mas seu humor era imprevisível.

Apesar dos sacrifícios, que incluíam o afogamento de cavalos, ele podia provocar tempestades, maus ventos e terremotos por capricho.

Como Zeus, projetava seu poder e a sua masculinidade sobre as mulheres, tendo muitos filhos homens pois não podia ter filhas mulheres.

Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Poseidon foram todas frutíferas em descendentes, é de notar que, ao contrário dos descendentes de seu irmão Zeus, os filhos do deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, são todos maléficos e de temperamentos violentos.

Alguns exemplos :

de Teosa nasce o ciclope Polifemo;

de Medusa nasce o gigante Crisaor e o cavalo alado, Pégaso;

de Amimone nasce Náuplio;

com Ifimedia, nascem os irmãos gigantes Oto e Efialtes (os Aloídas), que chegaram mesmo a declarar guerra aos deuses.

Por sua vez, os filhos que teve com Halia cometeram tantas atrocidades que o pai teve de os enterrar para evitar-lhes maior castigo.

Casou ainda com Anfitrite, de quem nasceu o seu filho Tritão, o deus dos abismos oceânicos, que ajudou Jasão e os seus argonautas a recuperar o Velocino de ouro.

ZEUS !!





Zeus (em grego: Ζεύς, transl. Zeús), na mitologia grega, é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão.

Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho. Além de sua herança obviamente indo-europeia, o clássico "amontoador de nuvens", como era conhecido, também tem certos traços iconográficos derivados de culturas do antigo Oriente Médio, como o cetro. Zeus frequentemente era mostrado pelos artistas gregos em uma de duas poses: ereto, inclinando-se para a frente, com um raio em sua mão direita, erguida, ou sentado, em pose majestosa.

Zeus Cronida, tempestuoso, era filho de Cronos e Reia, o mais novo de seus irmãos.

Na maioria das tradições ele era casado com Hera - embora, no oráculo de Dodona, sua consorte seja Dione, com quem, de acordo com a Ilíada, teve uma filha, Afrodite.

É conhecido por suas aventuras eróticas, que resultaram em muitos descendentes, entre deuses e herois, como Atena, Apolo e Artêmis, Hermes, Perséfone (com Deméter), Dioniso, Perseu, Héracles, Helena, Minos e as Musas (com Mnemósine).

Com Hera teria tido Ares, Hebe e Hefesto.

Seu equivalente na mitologia romana era Júpiter, e na mitologia etrusca era Tinia.

Já se especulou sobre uma possível ligação com Indra, divindade da mitologia hindu que também tem um raio como arma.

Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele.

Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei.

Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Originalmente, os Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra.

Durante muito tempo quem governou a Terra foi Urano (o Céu).

Até que foi destronado por Cronos, filho de Urano e pai de Zeus.

Então Urano profetizou que Cronos também seria destronado por um de seus filhos.

Cronos era casado com Réia, e quando seus filhos nasciam ele os devorava.

Assim aconteceu com Hera, Hades, Poseidon, Héstia e Demeter.

Quando nasceu o sexto filho, Réia decidiu salvá-lo, com a ajuda de Gaia (a Terra) que desgostava Cronos porque ele aprisionou os Hecatônquiros no Tártaro, temendo seu poder, esses gigantes possuíam cem braços e cinquenta cabeças.

Gaia leva Réia para parir secretamente esse filho na Caverna de Dicte (em outras versões foi no Monte Ida) em Creta.

Lá Reia dá seu filho que se chamaZeus (tesouro que reluz) aos cuidados de Gaia e das Ninfas da Floresta (em outras versões Zeus fica com os centauros), Zeus cresceu alimentado pela cabra Amalteia.

Quando ela morreu, ele usou a sua pele para fazer um escudo conhecido por Égide.

Logo Réia retorna ao Palácio de Cronos, local onde Reia e seu esposo viviam e enrola em panos uma pedra e começa a fingir um parto, depois dá ao seu marido esse embrulho e ele o engole achando ser o sexto filho.

Em outras versões Réia dá um potro a Cronos.

Quando chegou à idade adulta enfrentou o pai.

Zeus disfarçou-se de viajante, dando-lhe a Cronos uma bebida que o fez vomitar todos os filhos que tinha devorado, agora adultos.

Após libertar os irmãos, iniciou a guerra Titanomaquia.

Cronos procurou seus irmãos para enfrentar os rebeldes, que reuniram-se no Olimpo.

A guerra duraria 100 anos até que seguindo um conselho de Gaia, Zeus liberta os Hecatônquiros, então os deuses olímpicos venceram e aprisionaram os titãs no Tártaro, em outras versões os aprisionaram embaixo de montanhas.

Então partilhou-se o universo, Zeus ficou com o céu e a Terra, Poseidon ficou com os oceanos e Hades ficou com o mundo dos mortos.



Casamentos


Uma reconstrução da Estátua de Zeus, de Fídias, num desenho de Maarten van Heemskerck




Com Métis

Zeus casou-se 1º com Métis, a deusa da prudência, quando Métis estava grávida de Atena, Gaia profetizou que o segundo filho dos dois iria destronar seu pai Zeus, como havia acontecido com Cronos e com Urano, e que isso era um ciclo eterno. Zeus, temendo que isto acontecesse, montou uma armadilha : fez uma brincadeira com Métis, no qual eles se metamorfoseavam, Métis não foi prudente e aceitou, em algum momento Métis se metamorfoseou em uma mosca e foi engolida viva por Zeus, isso não adiantaria de nada, pois depois a cabeça de Zeus cresceria assustadoramente e Atena nasceria adulta da cabeça de Zeus,fazendo assim com que a profecia não se cumprisse.





Com Têmis

A segunda esposa de Zeus foi Têmis, uma titã, deusa da justiça, as Moiras levam Têmis até Zeus para se tornar sua segunda esposa, e as Moiras profetizam que Zeus tem muito a aprender com Têmis, que é tão sábia quanto Métis.




Com Hera

O matrimônio com Têmis acabaria e Zeus se casaria finalmente com sua irmã Hera. Apesar de casado com Hera, Zeus tinha inúmeras amantes (as paixões de Zeus).

Usava dos mais diferentes artifícios de sedução, como a metamorfose em qualquer objeto ou criatura viva, sendo dois dos mais famosos o cisne de Leda e o touro de Europa.

Assim sendo, teve muitos filhos ilegítimos com deusas e mortais, que se tornaram proeminentes na mitologia grega; Heracles e Helena, por exemplo. Hera é ciumenta e perseguia as amantes e os filhos bastardos de Zeus.

HERA !! MAIS ...





Na mitologia grega Hera (do grego Ήρα, transl. Hēra) é a deusa da família e do ciúmes, equivalente a Juno, na Mitologia romana, irmã e esposa de Zeus, deusa dos deuses, que rege o casamento.

Retratada como majestosa e solene, muitas vezes coroada com os polos (uma coroa alta cilíndrica usada por várias deusas), Hera pode ostentar na sua mão uma romã, símbolo da fertilidade, sangue e morte, e um substituto para as cápsulas da papoula de ópio.

A vaca, e mais tarde, o pavão eram animais relacionados com ela.

Retratada como ciumenta e agressiva, odiava e perseguia as amantes de Zeus e os filhos de tais relacionamentos, tanto que tentou matar Hércules quando este era apenas um bebê.

O único filho de Zeus que ela não odiava, antes gostava, era Hermes e sua mãe Maia, porque ficou surpresa com a sua inteligência.

Possuía sete templos na Grécia.

Mostrava apenas seus olhos aos mortais e usava uma pena do seu pássaro para marcar os locais que protegia.

Hércules destruiu seus sete templos e, antes de terminar sua vida mortal, aprisionou-a em um jarro de barro que entregou a Zeus.

Depois disso, ele foi aceito como deus do Olimpo.

Hera era muito vaidosa e sempre quis ser mais bonita que Afrodite, sua maior inimiga.

Irmã e esposa de Zeus, a mais excelsa das deusas, é representada na Ilíada como orgulhosa, obstinada, ciumenta e rixosa.

Odiava sobretudo Héracles, que procurou diversas vezes matar.

Na guerra de Tróia por ódio dos troianos, devido ao julgamento de Páris, ajudou os gregos.

É representada por um pavão e possui uma coroa de ouro.



Hera e o mundo de hoje

Hera, hoje pode ser que não seja uma deusa tão conhecida como era antes, mas o seu jeito de ser ainda continua presente nas mulheres de hoje : querendo mostrar o lado bom da família, muitas das vezes escondendo fatos, muito vaidosa, com um casamento não tão feliz e vivendo com um marido "poderoso”, sempre muito controlador e cuidando para que cada detalhe saia perfeito.

A deusa do casamento e do matrimônio, não aceitava ser enganada por seu marido, ela era forte e lutava por seus ideais e apesar de seu marido ser o rei dos deuses, ela não se importava e brigava por qualquer coisa, por isso ela sempre e tratada como se fosse vingativa, agressiva, mas também se pode notar que esse seu lado de mulher controladora, sempre querendo status e uma posição que a favoreça, ainda hoje, pode ser comparado com várias outras mulheres.



Símbolos

Hera, assim como os outros deuses possui alguns símbolos, como o romã, que está associado a paixão e fecundidade,cuja árvore está relacionada a deusa grega Afrodite, essa fruta simboliza a fartura, o nascimento e a abundância, e suas sementes são usadas no ano novo para conseguir dinheiro.

Mas, Hera, também tem outros símbolos, como por exemplo a vaca, um animal relacionado a ela, que tem como significado, a abundância, a riqueza, a renovação.

E, o pavão, que está relacionado, o orgulho, a vaidade, e a mentira, o pavão já foi considerado sagrado na Índia, mas hoje, quem ocupa este lugar é a vaca.

Como, se pode perceber, para entender Hera, precisamos primeiro compreender o significado de seus símbolos, e o que nota-se, é que Hera, está muito relacionada, a abundância, a riqueza, a vaidade, ou seja, ela, não só é a deusa do casamento, mas também, está relacionada, ao lado material da vida, nossos ganhos.