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terça-feira, 21 de junho de 2011

DEUSA HEL OU HELA !!




Na mitologia nórdica, Hel, Hela ou Hell é filha de Loki e da gigante Angrboda, irmã mais nova de Fenrir e da serpente de Midgard.

A serpente de Midgard foi banida por Odin para o mar que cerca a Terra, mas a fera cresceu tanto que podia se colocar à volta do mundo e tocar na própria cauda.

Lobo Fenris foi preso com uma corrente feita pelos espíritos da montanha, chamada Gleipnir.

Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim.

Helheim fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio Aqueronte da mitologia grega.

Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença.

Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos.

Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrivel em decomposição.

A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias :

Ela não é boa e nem má, simplesmente justa.

O termo inglês Hell (Inferno em português) origina-se do nome desta deusa.



DEUSA FREYA !!





Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica.

Filha de Njord e Skade (Skadi), o deus do mar e irmã de Freyr, ela é a deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor, da beleza e da atração, da luxúria, da música e das flores.

É também a deusa da magia e da adivinhação da riqueza (as suas lágrimas transformavam-se em ouro) e líder das Valquírias (condutoras das almas dos mortos em combate).

De carácter arrebatador, teve vários deuses como amantes e é representada como uma mulher atraente e voluptuosa, de olhos claros, baixa estatura, sardas, trazendo consigo um colar mágico, emblema da deusa da terra.

Diz a lenda que ela estava sempre procurando, no céu e na terra por Odur (deus responsável por guiar a carruagem do dia, que anda pelos céus), seu marido perdido, enquanto derramava lágrimas que se transformavam em ouro na terra e âmbar no mar.

Na tradição germânica, Freya e dois outros vanirs (deuses de fertilidade) se mudaram para Asgard para viver com os aesirs (deuses de guerra) como símbolo da amizade criada depois de uma guerra.

Ela usava o colar de Brisingamen, um tesouro de grande valor e beleza que obteve dormindo com os quatro anões que o fizeram.

Ela compartilhava os mortos de guerra com Odin.

Metade dos homens e todas as mulheres mortos em batalha iriam para seu salão Sessrumnir.

O seu nome tem várias representações (Freia, Freja, Froya, etc.) sendo também, por vezes, relacionada ou confundida com a deusa Frigga, mas ela também foi uma grande fiandeira na antiguidade.

Freya também tinha uma suposta paixão pelo deus Loki, o deus do fogo.


...............

FREYR !!





Frey, ou Freyr é filho de Njord e irmão de Freya, e está casado com a gigante Gerda.

É um deus representado como belo e forte que comanda o tempo e a prosperidade, a fertilidade, a alegria e a paz.

É o deus chefe da agricultura.

É o patrono da fertilidade, o soberano dum país chamado Álflheimr, reino dos elfos da luz (ljósálfar), que são os responsáveis pelo crescimento da vegetação.

O Skirnismál (“A Balada de Skirnir”) nos informa que Frey é filho de Njörðr (Njord), o deus da fertilidade.

É portanto um deus dos Vanir.

Seu cavalo salta qualquer obstáculo e a sua espada mágica, forjada por anões, move-se sozinha nos ares desferindo golpes mortais, mesmo se for perdida em combate.

É senhor de um javali de ouro chamado Gulinbursti, criação dos anões Brokk e Sindri, que conduz um carro como se fosse puxado por cavalos, e cujo brilho reluz na noite.

Tem também um navio, Skidbladnir, que é tão grande que nele cabem todos os deuses, mas pode ser dobrado e guardado na algibeira.

É uma das mais antigas divindades germânicas junto com Freya e Njörðr, e seu nome significa “senhor".

Apesar de ser um deus pacífico, Frey está destinado a lutar contra Surtur ( também conhecido como Surt, o gigante que guarda Musphelhein, o reino do fogo) na batalha de Ragnarök.

Nesta luta não poderá utilizar a sua espada mágica, porque a deu ao seu escudeiro, Skirnir.


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NJORD !!




Njord da Raça do Vanir, contraposto a dos primitivos Aesir, dos quais Odin era o líder.

Njord era o Pai de Freya a deusa do amor, e de Freyr deus da fertilidade; e Njord era o deus do Mar.

É o protetor dos pescadores e dos caçadores que, em sua honra, construiam pequenos altares nas falésias e nas florestas, onde depositavam parte do que conseguiam pescar ou caçar. Era visto como um deus pacífico.

Njord casou com Skadi, deusa do Inverno e da caça, que o escolheu devido aos seus pés.

Skadi escolheu o seu marido observando os pés dos deuses, sem lhes ver a cara, e começou a procurar os pés mais limpos e bonitos, e escolheu os de Njord, porque seus pés sempre estão limpos por causa da água do mar.

Njord e Skadi não tiveram um casamento feliz, e logo se separaram, pois skadi como uma deusa das montanhas não conseguia viver nas costas oceanicas assim como Njord não conseguia viver nas montanhas, com a constante mudança foram criadas as estações do ano.

HEIMDALL !!




Na mitologia nórdica, era o vigia e guardião da "Bifrost", ponte do arco-íris (a ponte que conduzia a Asgard) e dos deuses.

Não se sabe ao certo de quem ele é filho, alguns acreditam que seja filho de Gigantes, e outros, que seja filho das nove filhas de Aegir com Ran.

Tinha a visão e a audição extremamente apuradas, sendo até capaz de escutar o crescer da lã da ovelha e o das ervas.

Nunca dormia. Era seu dever avisar quando os inimigos dos deuses atacassem soprando a corneta Giallarhorn, que podia ser ouvida em todo o mundo.

De acordo com o Canto de Rig, ele se tornou o pai da humanidade ao criar as três classes sociais : Karl, Jarl e Thrall.

É o deus das estratégias, possuía um olhar mais aguçado do que o de um falcão e uma visão noturna melhor do que a da coruja.

Estava destinado a defrontar e matar Loki na batalha de Ragnarök, morrendo depois por causa dos seus graves ferimentos.

LOKI !!





Loki é um deus ou um gigante da mitologia nórdica.

Deus do fogo, da trapaça e da travessura, também está ligado à magia e pode assumir formas de vários animais - exceto de aves - e de ambos os sexos.

Ele não pertence aos Aesir embora viva com eles.

É frequentemente considerado um símbolo da maldade, traiçoeiro, de pouca confiança; e, embora suas artimanhas geralmente causem problemas a curto prazo aos deuses, estes frequentemente se beneficiam, no fim, das travessuras de Loki.

Ele está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica.

Ele possui um grande senso de estratégia e usa suas habilidades para seus interesses, envolvendo intriga e mentiras complexas.

Sendo um misto de deus e gigante, sua relação com os outros deuses é conturbada.

Entretanto, ele é respeitado por Odin, de quem é irmão de sangue.

Ele também ajuda Thor a recuperar seu martelo Mjölnir roubado pelos gigantes, obtém alguns dos artefatos mais preciosos dos deuses - como a própria Mjölnir, a lança de Odin, Grugnir, os cabelos de ouro de Sif e o navio mágico de Freyr, Skidbladnir.

As referências a Loki estão no Edda em verso, compilado no século XIII a partir de fontes tradicionais, no Edda em prosa e no Heimskringla, escrito no século XIII por Snorri Sturluson.

Ele também aparece nos Poemas rúnicos, a poesia dos escaldos e no folclore escandinavo. Há teorias que conectam o personagem com o ar ou o fogo, e que ele pode ser a mesma figura do deus Lóðurr, um dos irmãos de Odin.

O compositor Richard Wagner apresentou o personagem com o nome germânico Loge em sua tetralogia de óperas Der Ring des Nibelungen.

Entretanto, essa variação do nome na realidade diz respeito a outro personagem nórdico, o gigante de fogo Logi, o que reforça sua relação com o fogo. O primeiro casamento de Loki com a giganta Angrboda gerou três criaturas monstruosas, assustadoras e maléficas : Fenrir, o lobo, Jormungand, a grande serpente e Hel, a deusa parcialmente decomposta do mundo inferior.

Ele teve dois filhos, Vali e Narvi, de um segundo casamento. Sua esposa é Sigyn, que permaneceu leal a ele até mesmo quando foi punido pela morte de Balder.

No momento da prisão de Loki, Vali foi transformado em um lobo que matou Narvi. Os intestinos do homem morto foram usados para amarrar Loki - pelos ombros, cintura e calcanhares - a três imensas rochas dentro de uma caverna, sob a boca de uma serpente gigante, que gotejava veneno.

O veneno foi pego por Sigyn com uma espécie de cantil.


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Loki esperou na caverna pelo Ragnarök, o fado dos deuses.

O destino de Loki seria liderar o exército do mal na batalha final com os deuses, na qual ele seria morto por Heimdall.


VALHALLA !!





Valhala, Valhalla ou Walhala (há, ainda, quem use a forma original, Valhol) na mitologia nórdica ou escandinava é o local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.

Odin teria ouvido que matariam todos os seus filhos e demais guerreiros.

Curioso e precavido, achegou-se a deusa da sabedoria, um oráculo, que não quis lhe revelar a veracidade do boato.

Insistente, Odin teria a seduzido, resultando em nove filhas conhecidas como valquírias.

Odin, então, ordenara a uma delas, que foi incumbida de construir e organizar um palácio mágico,

Castelo de Valhala, em Asgard (a terra dos deuses nórdicos), para onde seriam enviados todos os guerreiros mortos em batalha, chamados Einherjar.

Metade das almas dos guerreiros passariam, então, os seus dias a treinarem-se em combates, desfrutando grandes banquetes e orgias a noite.

A condição imposta seria a de proteger o castelo.

Elas formariam um exército (" Exército das Almas Vivas "), invencível até ao advento do Ragnarök, quando combateriam ao lado de Odin.

Com a chegada da noite, metade das almas seriam reconfortadas com as mesmas refeições dos deuses. A outra metade seguia para Folkvang, o palácio de Freya.

O ROUBO DO MARTELO DE THOR !!





Segundo a lenda, um dia Thor percebeu que seu martelo fora roubado, e ele mandou Loki descobrir o que tinha acontecido.

Loki emprestou de Freya a forma de falcão e começou a procurar.

Finalmente, descobriu que o gigante Thryn tinha escondido o martelo no fundo da terra, e se recusava a devolvê-lo aos deuses, a menos que lhe oferecessem Freya como esposa.

Essa mensagem causou a maior consternação em Asgard e deixou Freya tão furiosa que ela partiu em pedaços seu famoso colar.


Mas Heindall sugeriu um plano para recuperar o martelo, sem que Freya corresse riscos.


Thor usaria vestes de noiva e iria até Jotunheim no lugar de Freya, acompanhado por Loki, disfarçado de dama de honra.


A princípio, Thor achou a idéia de um disfarce indigna, mas Loki o lembrou de que sem o martelo não haveria esperança para Asgard.


Trovões e relâmpagos cortavam as montanhas enquanto os dois seguiam na biga de Thor e quando entraram em Jotunheim foram calorosamente recepcionados.


Durante a festa, o plano quase foi descoberto por causa do apetite voraz da noiva, mas Loki rapidamente explicou que o motivo de Freya poder comer um boi e oito salmões era que seu ardente anseio pela cerimônia de casamento a deixara em jejum por oito noites.


Quando Thryn tentou beijar a noiva, ficou aterrorizado ao vislumbrar os terríveis olhos incandescentes sob o véu, mas Loki explicou que Freya não dormia havia oito noites, tão intenso era o seu desejo de ir a Jotunheim.


O tormento de Thor chegou ao fim quando o martelo foi finalmente trazido de presente ao futuro casal e colocado sobre o colo da noiva.


Quando Thor pôs as mãos sobre o martelo, não tardou muito para que Thryn e todos os que estavam reunidos para a cerimônia fossem destruídos.


Ele e Loki retornaram a Asgard, triunfantes !



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A LENDA DE THOR !!





Thor é uma divindade da mitologia dos escandinavos, representado como um homem de meia idade e força fabulosa, provido de um poderoso martelo.
Era inimigo implacável da raça dos gigantes ( demônios ), mas benevolente para a humanidade. Para os escandinavos era o deus do trovão, cujo ruído provocava ao dirigir seu carro de guerra puxado por dois bodes, pela abóboda celestial, nos dias de tempestade.
Possuía um cinto mágico, que lhe duplicava as energias, e estava sempre armado de um mágico martelo de pedra, que nunca errava o alvo e voltava sozinho às suas mãos. Entre suas proezas destacam-se as lutas contra o gigante Thrim, que lhe roubara o martelo, e contra a serpente Midgard, a quem atribuíam as tempestades marítimas. Algumas versões apresentam-no também como deus da guerra, filho de Odin e Jerda ou Frigga ( a Terra ).
Habitava o asgard, o vasto local de repouso da raça dos Ases, situado no céu, e ligado à terra pelo arco-íris.




A LENDA DE ODIN !!




No paganismo germânico, Odin (Wotan, ou Woden) era o maior dos deuses germânicos, governante de Asgard e senhor da magia.
Possuía a lança Gungnir, que nunca errava o alvo e em cujo cabo havia runas que ditavam a preservação da lei. Possuía também um cavalo de oito patas chamado Sleipnir.
Era o deus dos céus e vivia no topo da Árvore Mundo, recebendo das valquírias as almas dos guerreiros mortos de forma heróica.Era também o deus da sabedoria e tinha em seus ombros dois corvos, Huguin ( o pensamento ) e Munin ( a memória ), que o informavam de tudo que se passava no mundo. Odin era esposo da deusa Friga e tinha o dom de assumir múltiplas formas.
Quando surgia sob a forma humana, adquiria as feições de um homem barbudo, caolho, com um chapéu de abas largas e envolto numa vasta capa. Odin é a figura central do templo germânico, o rei dos deuses.
Não é propriamente um guerreiro, mas inspirava os guerreiros a lutar bravamente. Possuia dois atributos mágicos: sua lança, que nunca errava o alvo, e seu cavalo de oito pernas, a montaria mais rápida do mundo.
A lenda relata que Odin e seus irmãos mataram o gigante Ymir; de sua carne formaram a terra; de seu sangue formaram o mar; dos ossos criaram as montanhas; dos cabelos fizeram as árvores; e de seu crânio, a abóboda celeste.




AS VALQUÍRIAS !!





São os espíritos femininos chamados de Valquírias, que aguardam os guerreiros em Valhala (morada de Odin); e nenhuma descrição dos Deuses da batalha estaria completa sem elas.

Nas descrições dos poetas, elas aparecem como mulheres usando armadura e montadas em cavalos, passando rapidamente acima do mar e da terra.

Elas levam as ordens de Odin enquanto a batalha se desenrola, dando vitória segundo a vontade dele, e, no fim, conduzem os guerreiros derrotados e mortos a Valhala.

Às vezes, porém, as Valquírias são retratadas como as esposas de heróis vivos. Supostamente, as sacerdotisas humanas se transforma­riam em Valquírias, como se fossem as sacerdotisas de algum culto.

Reconhecemos algo semelhante às Norns, espíritos que decidem os destinos dos ho­mens; as videntes, que eram capazes de proteger os homens em batalha com seus encantamentos; aos poderosos espíritos femininos guardiões apegados a certas famílias, trazendo sorte a um jovem sob sua proteção; e até a certas mulheres que se armavam e lutavam como homens, das quais existe alguma evidencia histórica nas regiões em tomo do Mar Negro.

Pode também haver a lembrança das sacerdotisas do Deus da guerra, mulheres que presidiam os ritos sacrificais quando os prisionei­ros eram condenados à morte apos a batalha.

Aparentemente, desde tempos remotos, os germanos pagãos acre­ditavam em ferozes espíritos femininos seguindo os comandos do Deus da guerra, espalhando a desordem, participando de batalhas, agarrando e talvez até devorando os mortos.



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SLEIPNIR !!





Na Mitologia Nórdica, Sleipnir é a montaria mágica de Odin. O lendário corcel de oito patas é o ser mais rápido entre os planos. O seu nome significa suave ou aquele que plana no ar. Ele também é associado com as palavras esguio e escorregadio.

Thor, O Matador de Gigantes, estava longe de Asgard, matando gigantes no norte, quando um hrimthurs (é qualquer uma das tribos especiais dos Gigantes feitos de gelo e que habitavam Niflheim, uma região de frio eterno) disfarçado como um humano pedreiro, ofereceu-se para reconstruir a muralha em torno de Asgard em troca do sol, da lua, e da deusa Freya.

Os deuses aceitaram, pensando que seria um bom negócio, uma vez que parte da muralha já estava caindo aos pedaços. Além disso, o gigante precisaria completar o seu trabalho em apenas seis meses, pois Thor retornaria no final deste prazo e o mataria.

O gigante fez somente uma pergunta: poderia usar o seu garanhão (cavalo) cinza, Svadilfari (traduzindo, "escravo", ou possivelmente "condenado"). Loki rapidamente aceitou o acordo, antes que qualquer outro deus pudesse fazer uma objeção. Usando o garanhão, o gigante começou a construção da muralha, e receberia o sol, a lua e Freya.

Os deuses, vendo isso, ficaram furiosos com Loki, e disseram que, caso eles perdessem, o torturariam eternamente (o que aconteceu de outra forma).

Então, enquanto Svadilfari estava carregando o último tijolo para completar a muralha, Loki transformou-se em uma linda égua branca, e atraiu o garanhão para longe, irritando o gigante, que começou a destruir a muralha de tanta raiva.

Assim, enquanto destruia a muralha, Thor apareceu e esmagou o gigante com o seu martelo Mjolnir .
Loki, mais tarde, deu à luz Sleipnir, a montaria de Odin, que é descendente do garanhão cinza Svadilfari e Loki enquanto "ele" era uma linda égua branca.

De acordo com a Edda em prosa, Loki retornou à Asgard e deu à luz o cavalo de oito patas para Odin dizendo a ele que o cavalo era o mais ágil na Terra e levaria Odin sobre o mar, através dos céus e até à terra dos mortos.
De acordo com Sigrdrífumál na Edda poética, Sleipnir possuia runas esculpidas em seus dentes.


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http://th06.deviantart.com/fs24/300W/i/2008/151/c/4/Odin_and_Sleipnir_by_RipeDecay.jpg

JORMUNGAND !!



Loki uma vez casou-se com a giganta Angrboda.

Da união com Angrboda nasceram Fenrir, um lobo gigantesco com força extraordinária;

Jormungand (ou Jormungandr), uma serpente gigante

e Hel, a rainha do Reino dos Mortos.

Odin, o pai dos deuses, os pegou e levou para sua fortaleza, temeroso do que eles pudessem fazer.

Decidiu ele atirar Jormungand (que significa serpente lobo) em Midgard, ou seja a Terra.

Caindo no oceano, lá ela ficou, sem que ninguém ousasse incomodá-la…

Cresceu cada vez mais, tanto que seu corpo dá a volta ao mundo…

Os marinheiros a chamaram de serpente de de Midgard, a serpente que mora na Terra, o local entre a morada dos deuses e a terra dos mortos.

Uma vez a serpente foi transformada em gato gigante pelo rei gigante Utgarda-Loki, e o mesmo desafiou Thor a levantá-la.

Ele tentou, mas o máximo que conseguiu foi erguer o gato o bastante para tirar uma de suas quatro patas do chão, mesmo assim o gigante reconheceu que foi um grande feito.

Segundo o poema escandinavo Edda, quando chegar o Ragnarök ela será cuspida do mar de volta à terra, onde vai envenenar os céus.

Thor vai acertar sua cabeça com seu martelo, mas antes de morrer, Jormungand vai cuspir veneno no deus do trovão, que vai caminhar exatos nove passos e morrer.






RAGNARÖK !!





Na mitologia nórdica, Ragnarök é a batalha que levará ao fim do mundo(de forma semelhante ao Armageddon), na região de Midgard.
A batalha será travada entre os deuses ( Aesiris e Vanires liderado por Odin), e as criaturas do caos (os gigantes de fogo, os Jotuns entre outros monstros, liderados por Loki.
Esta batalha não levaria apenas à destruição dos deuses, gigantes e monstros : o próprio universo seria despedaçado irreversivelmente em partes.
Entre outros acontecimentos profetizados, Fenrir será solto e irá devorar Odin, após um inverno tríplice, com neve caindo dos quatro cantos do céu, ventos cortantes e um sol que não trará mais alegria.
Seguir-se-ão mais três invernos e neste tempo, toda sorte de guerra e discórdia se espalhará pelo universo.
Estes dois grupos foram rivais desde o início dos tempos, mas os Aesir conseguiram, ao longo de sua existência, prender alguns dos principais gigantes e o próprio Loki, que ficou atado em tortura eterna numa caverna.
Mas pela influência das mentiras de Loki, Rune-Midgard começa a sofrer grandes males, como um rigoroso inverno, batalhas e caos entre os seres humanos.
O sol e a lua -Sol e Mani- são finalmente consumidos pelos dois lobos místicos, Skoll, perseguidor do Sol, e Hati, perseguidor da Lua (ou Mani).
Esses lobos, de acordo com a mitologia, são os causadores dos eclipses solares e lunares.
Quando Sol e Mani são devorados pelos lobos, a terra treme, e assim vários seres, incluindo Loki e Fenrir (um de seus muitos filhos, um gigantesco lobo) são soltos, desencadeando o Ragnarök.
Os Aesir, alertados, juntam-se aos Einhejar, os valorosos guerreiros mortos, e aos vanir, os espíritos naturais, e rumam ao campo de Vigrid, onde há muito tempo havia sido predito que a última batalha tomaria forma.
Surt, por sua vez, liderará as tropas dos filhos de Musphelhein lançando fogo nos nove mundos.
A horda marchará pela ponte do arco-íris, Bifrost que quebrará sob os cascos dos cavalos.
De um lado, os Aesir, Vanir e Einhejar, e do outro os gigantes, o exército de mortos de Hel (deusa do submundo) e Loki e seus seguidores.
Uma grande batalha acontece, marcando o fim dos deuses e dos gigantes:
Odin é morto por Fenrir, que o fere mortalmente; Thor mata Jomungard, a serpente gigante que habita os mares de Midgard, mas é envenenado por ela;
Loki é morto e mata Heimdall, um dos mais valentes Aesir, Tyr o mais corajoso deus que ousou botar a mão na boca de Fenrir, fora morto por Garmo lobo guardião do lar de Hel (também filha de Loki).
O céu escurece e as estrelas caem em Midgard, que é consumido pelo fogo e depois tragada pelo mar.
Pouco dos antigos Aesir sobrevivem, e o Ragnarök destrói também Midgard.
Das ruínas da batalha, um novo sol subirá aos céus, e uma nova terra se erguerá dos mares.
Lif e Lifthrasir, os dois únicos humanos sobreviventes, que se esconderam sob as raízes de Yggdrasil a árvore que sustentava os nove mundos, repovoarão o mundo, agora livre de seus males, num tempo de harmonia entre deuses e homens.
Ao contrário do Armagedon e do Apocalipse, o Ragnarök é um ciclo, de forma que, após a destruição completa do Universo, tudo se reconstrói para passar por um próximo Ragnarök.



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segunda-feira, 20 de junho de 2011

BRAGI !!





Bragi é filho de Odin com a giganta Gunnlod, é deus da sabedoria e das poesias, é um dos poucos deuses nórdicos que não gosta de guerrear, Bragi gosta de ficar tocando harpa enquanto declara poesias para sua esposa Iduna, deusa do elixir da eternidade.

Runas foram talhadas em sua língua, permitindo com que ele inspirasse os humanos na poesia, fazendo com que bebessem desta arte.

Sua Função era receber os guerreiros mortos, recém-chegados aos salões de Valhalla, com poemas nos quais enaltecia seus atos de heroísmo.

Descrito como um velho com barbas brancas - apesar de ser casado com a guardiã das maçãs da juventude.

Bragi era o padroeiro dos poetas (skalds), dos menestréis, dos músicos e dos artistas.

Antigamente, no funerais dos reis e dos chefes guerreiros, eram feitos brindes e juramentos solenes sobre uma taça de bebida.

A taça era chamada de bragarfull, ou "A taça de Bragi", enquanto bragarmal significava o dom poético dado por Bragi a seus escolhidos.

Bragi durante um banquete com os deuses foi acusado por Loki de ser um deus efeminado, mas sua esposa Iduna o defendeu e por isso foi acusada por Loki de cometer adultério.

Bragi é protetor dos bardos (poetas de antigamente) e amante de música e poesias.