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sábado, 16 de julho de 2011

CRENÇA COMPROVADA NOS VAMPIROS !!




Uma equipe de cientistas italianos 
encontrou na Itália uma caveira com um tijolo 
aparentemente colocado à força dentro da boca, 
o que indica que se acreditava 
que o cadáver era de um vampiro. 

A caveira, de uma mulher, 
foi encontrada na escavação de uma vala comum 
onde eram enterradas vítimas de uma epidemia 
de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo
perto de Veneza, Itália, nos séculos XVI e XVII.

Matteo Borrini, da Universidade de Florença
disse que objetos eram colocados na boca 
de supostos vampiros na época 
para impedir que eles 
se alimentassem dos cadáveres 
de pessoas enterradas nas proximidades, 
se fortalecessem e passassem 
a atacar os vivos.

Borrini, que apresentou suas conclusões 
na 61ª reunião da Academia Americana 
de Ciências Forenses 
em Denver, nos Estados Unidos
disse que, na época da epidemia, 
muitos acreditavam que a doença 
era propagada por vampiros.

Marcas de mastigação
Segundo ele, 
na época da epidemia de peste, 
os coveiros reabriam constantemente a vala 
para enterrar os corpos de novas vítimas 
e encontravam cadáveres que eles 
suspeitavam ser de vampiros.

Os suspeitos costumavam ser identificados 
por sinais como “marcas de mastigação” 
no tecido em que os corpos eram envoltos. 


De acordo com Borrini
estas marcas eram causadas por 
sangue e outros fluidos corporais 
que às vezes eram expelidos 
pela boca dos mortos, 
fazendo com que o tecido parecesse 
afundar entre as mandíbulas e romper-se.

Borrini disse que este pode ser 
o primeiro ritual de “exorcismo de vampiro” 
confirmado por evidências arqueológicas e analisada 
com conhecimentos médicos e técnicas forenses. 


Entretanto, Peer Moore-Jansen
um especialista da Universidade Estadual 
de Wichita, no Kansas
afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia
indicando que a descoberta não é pioneira.

Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, 
que atingiu a cidade por volta de 1630. 

Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas 
de uma população de 150 mil.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO !!




    O Museu Egípcio do Cairo está localizado 
    no centro do Cairo, na praça de al-Tahir
    e foi projectado e construído 
    pelo arquitecto Marcel Dourgnon
    Foi inaugurado em 1902 e esteve sob 
    a direção do egiptólogo Gaston Maspero
    Este museu tem cerca de cem salas de exposição 
    que ocupam dois pisos e uma grande biblioteca. 
    É detentor da maior coleção de arte faraónica do mundo. 
    No jardim existe uma estátua de bronze 
    que homenageia Auguste Mariette 
    (egiptólogo e arqueólogo francês 
    que foi o percursor da egiptologia moderna 
    e um dos mais incansáveis estudiosos 
    das antiguidades egípcias)
    Além do sarcófago pétreo, existem também 
    outras estátuas de outros egiptólogos famosos. 
    No espaço expositivo interior destaca-se 
    a coleção funerária de Tutankhamon
    Contudo, há outras peças e coleções 
    interessantes e importantes 
    para a história desta civilização, 
    como são exemplo as peças 
    que remontam ao Império Antigo, 
    as peças das actividades económicas, 
    os papiros e os manuscritos. 
    No piso térreo encontram-se antiguidades 
    dos vários períodos da história do Antigo Egipto
    Com efeito, podemos ver embarcações de madeira 
    que transportavam os mortos, uma cama negra, 
    gessos que decoravam paredes, 
    entre outras inúmeras e valiosas peças. 
    As salas relacionadas com o Império Antigo 
    contêm sarcófagos, estelas, portas falsas 
    e relevos policromados. 
    De entre as várias estátuas que se podem encontrar 
    destacam-se : a de Kefrén, descoberta no templo de Giza
    a do Faraó Djoser da Terceira Dinastia
    as estátuas de cobre do rei Pepi I e do seu filho. 
    É possível encontrar outras de deuses, 
    relevos a representarem lutas, 
    escribas de joelhos com rolos de papiro. 
    A escultura egípcia tinha, sobretudo, uma função religiosa 
    e destinava-se a perpetuar determinadas situações para a eternidade, 
    estas estátuas estavam, por norma, situadas em templos ou túmulos. 
    Nas salas do Império Médio encontram-se 
    câmaras funerárias, estátuas reais e relevos. 
    De entre as várias peças, 
    o destaque vai para a estátua de madeira de Senusret I
    para o sarcófago de Deir el-Bahri da Décima Primeira Dinastia
    e para as esfinges em granito negro. 
    Das peças do Império Novo 
    destacam-se a esfinge da rainha Hatshepsut 
    em mármore colorida que veio do seu templo em Tebas 
    e uma estátua de Tutmósis II que veio de Karnak 
    e que parece ser uma representação fiel da sua imagem. 
    Nestas salas podemos ainda encontrar a deusa Hathor 
    de Deir el-Bahri representada pela vaca santa, 
    assim como uma estátua atribuída a Tutmósis III de joelhos 
    a amamentar-se do leite do animal referido anteriormente. 
    Ainda dentro deste Império 
    mas já nas salas de Akhenaton (Amenhotep ou Amenófis IV) 
    nota-se uma tendência mais convencional nas formas artísticas 
    relegando para segundo plano as anteriores formas estilizadas. 
    Podemos encontrar duas estátuas imponentes, 
    uma do rei de Karnak e outra da rainha Nefertiti, esta incompleta. 
    A coleção de Tutankhamon encontra-se numa sala 
    do primeiro andar do edifício 
    e alberga todos os tesouros artísticos 
    encontrados no seu túmulo no Vale dos Reis
    No meio da sala está exposta uma máscara em ouro maciço 
    que cobriu a cabeça do faraó quando da sua morte, 
    de referir que a decoração das sobrancelhas, 
    o contorno dos olhos e as listas do toucado é a lápis-lazúli. 
    A máscara tem ainda uma barba postiça 
    que o liga ao deus Osíris
    sustendo o ceptro real e na testa 
    a ostentar o emblema da força real. 
    Importante e interessante é também o trono. 
    Este tem no espaldar uma representação 
    do rei sentado no trono, 
    da rainha que toca no ombro do faraó 
    e no centro um círculo do sol. 
    Há ainda um cofre de madeira pintado 
    com cenas de guerra 
    contra os asiáticos e os núbios. 
    A coleção de jóias que se pode visitar no Museu Egípcio 
    é também numerosa e extremamente importante, 
    já que compreende peças que datam 
    da Primeira Dinastia ao Período Bizantino.

VALE DOS REIS !!




    O Vale dos Reis, ou Wadi el-Muluk (وادي الملوك) em língua árabe, 
    é um grande vale montanhoso no Egito onde, por um período 
    de aproximadamente 500 anos foram construídos tumbas 
    para os Faraós e nobres importantes do Antigo Egito 
    (entre a XVIII e a XX dinastias). 
    O Vale dos Reis localiza-se na margem ocidental do Nilo
    oposto a Tebas (atualmente Luxor)
    Está separado em duas zonas, vale ocidental (West Valley) 
    e vale oriental (East Valley), com os mais importantes túmulos 
    no vale oriental. 
    Com as descobertas de 2005 e 2008, 
    o Vale contém agora 67 tumbas e câmaras, 
    variando em tamanho desde uma simples 
    câmara aberta na rocha até um complexo 
    com mais de 120 câmaras. 
    As tumbas reais são normalmente decoradas 
    com cenas da mitologia egípcia 
    que testemunham as crenças 
    e os rituais funerários 
    dos períodos de sua construção. 
    A maioria das tumbas foram violadas e saqueadas na antigüidade, 
    mas algumas (como a KV62) permaneceram intactas até 
    a sua descoberta dando idéia da opulência e do poder 
    dos governantes de sua época. 
    A área tem sido o foco de explorações arqueológicas desde 
    o final do século XVII, e suas tumbas e sarcófagos continuam 
    a estimular pesquisas. 
    Nos tempos modernos, o Vale se tornou famoso pela descoberta 
    da tumba de Tutankhamon, com o seu rumor sobre a maldição do Faraó
    que é um dos mais famosos sítios arqueológicos do mundo. 
    Em 1979, esta tumba se tornou Património Mundial da Humanidade
    pela UNESCO, juntamente com o resto da Necrópole Tebana
    Escavações, explorações, pesquisas e conservações 
    ainda continuam a ser feitas no Vale, que é, 
    atualmente, um centro de turismo 
    com muitas de suas tumbas abertas ao público. 
    Inscrições deixadas nas paredes de várias tumbas 
    indicam, também, que o Vale dos Reis 
    já era uma atração turística desde o Período Romano
    em que o Egito fazia parte do Império Romano

HOWARD CARTER !!




    Howard Carter nasceu em 10 Rich Terraço em Kensington, Londres
    em 09 de maio de 1874. 
    Seu pai, Samuel John Carter, foi um artista que se especializou 
    na pintura de animais. juventude Howard Carter 
    foi gasto em Swaffham em Norfolk
    onde também recebeu relativamente modesto de ensino privado. 
    Jovem talento para o desenho de Carter e seu interesse 
    em antiguidades egípcias levou ao Egito, quando ele ainda 
    era apenas dezessete anos, no Outono de 1891. 
    Ele foi contratado pelo Fundo de Exploração do Egito em Londres 
    para ajudá P.E. Newberry com a gravação epigráfica de túmulos 
    em Beni Hasan e El-Bersha, no Médio Egito
    Em janeiro de 1892, ele também foi convidado a participar Flinders Petrie
    que escavados em El-Amarna, e isso lhe deu experiência arqueológicos 
    de valor inestimável. 
    Em 1893 começou a gravação epigráfica do templo de Hatshepsut 
    em Deir el-Bahri como membro de uma expedição Egito Fundo de Exploração 
    dirigido por Edouard Naville
    Esta tarefa, na qual se destacou, ele ocupou até 1899. 
    No início de 1900 Howard Carter foi nomeado Inspetor Chefe de Antiguidades do governo egípcio com responsabilidades de Alto Egito
    Ele permaneceu neste cargo até o final de 1904, quando ele foi transferido 
    para o cargo de Inspetor-Chefe para Baixo Egito
    Mas um incidente infeliz em Saqqara, que resultou em uma briga 
    entre um grupo de europeus arrogantes e funcionários egípcios 
    do Serviço de Antigüidades trouxe o progresso 
    meteórica Carter a uma parada abrupta. 
    Embora não envolvido pessoalmente, ele ficou do lado com os seus homens, 
    foi transferido para um lugar menos importante no Delta 
    e, eventualmente, demitiu-se do Serviço de Antiguidades do ano seguinte. 
    Sua carreira profissional e sua vida estava em grave crise. 
    Mas, alguns anos mais tarde a sorte de Carter mudou.
    O Conde de Carnarvon, que visitou o Egito por motivos de saúde, em 1905, 
    tornou-se interessado em antiguidades egípcias e decidiu financiar 
    um trabalho arqueológico. 
    O Serviço de Antiguidades, no entanto, insistiu que o trabalho deveria 
    estar nas mãos de um arqueólogo experiente, 
    e Carter parecia ser a melhor pessoa disponível. 
    A cooperação entre um arqueólogo e um aristocrata Inglês 
    com uma paixão pela arqueologia egípcia, que começou em 1909 foi, 
    finalmente, vai resultar na maior descoberta da arqueologia egípcia.
    O trabalho de Carter e Carnarvon foi centrado no Tebas
    Em 1912, o trabalho se voltou para o Delta
    mas os resultados foram decepcionantes. 
    Em 1914, Lord Carnarvon foi capaz de garantir 
    uma concessão para escavar no Vale dos Reis
    Mas a eclosão da Primeira Guerra Mundial fez com que a escavação 
    fosse adiada até cinco temporadas curtas, com pouco sucesso, 
    entre o final de 1917 e março de 1922. 
    Os primeiros passos na direção do túmulo de Tutankhamon foram dados 
    em 04 de novembro de 1922, poucos dias após o início 
    de uma nova temporada de escavações no Vale dos Reis
    A entrada para o túmulo, com os selos intactos, foi descoberto 
    no dia seguinte, em 05 de novembro. 
    Carter, acompanhado por Lorde Carnarvon, sua filha Lady Evelyn
    Arthur Callender e reises egípcio (capatazes), teve seu primeiro vislumbre 
    do interior da tumba em 26 de novembro. 
    O trabalho de apuramento e gravação do conteúdo da tumba 
    continuou até que a concessão expirou em 1929.
    O Túmulo de
    Tut.ankh.Amen, por Howard Carter e Arthur C. Mace
    apareceu em três volumes entre 1923-1933. 
    Na falta de compromissos de saúde e outros, no entanto, 
    fez com que nunca Carter ninca publicasse 
    um relato detalhado acadêmicos da tumba. 
    Howard Carter morreu em 02 de março de 1939, em Londres