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segunda-feira, 20 de junho de 2011

CEIA DE NATAL !!




Para algumas pessoas a ceia natalina está ligada à última ceia de Cristo ao lado de seus discípulos, e para outros está ligada a Saturnália, festa pré-cristã da Roma Antiga, as pessoas se esbaldavam em banquetes.

Como a festa terminava em 25 de dezembro, a mesa farta foi incorporada ao Natal. A presença de frutas secas e cristalizadas deve-se ao inverno rigoroso na região.

Porém, segundo consta na literatura, a Ceia de Natal originou-se do antigo costume europeu de deixar as portas das casas abertas no dia de Natal para receber viajantes e peregrinos, e estes juntamente com a família hospedeira confraternizassem aquela data tão significativa para os cristãos.

Para essa comemoração era preparada bastante comida, composta por diversos pratos.

Essa tradição foi se espalhando pelo mundo e, em cada lugar sendo acrescentada uma particularidade local como, por exemplo, a adição do peru na ceia norte-americana, peculiaridade que logo passou a fazer parte dos costumes de outros países a exemplo o Brasil.

O BOLO REI !!




O Bolo Rei é um costume natalino. Seu formato lembra uma coroa. E as frutas cristalizadas, amêndoas, nozes e figos, as jóias que a enfeitam.

Este doce, simboliza as prendas que os Reis Magos ofereceram a Jesus recém-nascido. A sua côdea (parte externa) representava o ouro, enquanto as frutas secas simbolizavam a mirra e o seu aroma, o incenso.

Diz a lenda que, quando os reis magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si o direito de entregar os presentes que levavam. Para acabar com a briga, um padeiro teve a idéia de fazer um bolo para os três e esconder uma fava dentro da massa.

Não se sabe se foi Gaspar, Merchior ou Baltazar o feliz contemplado, mas a receita do Bolo Rei correu o mundo e ganhou fama de proporcionar prosperidade a quem tirar a fatia premiada. Quanto à fava, quem a receber se compromete a oferecer o doce no Natal seguinte.

Havia uma tradição que afirmava que os cristãos deveriam comer, entre o dia 25 de dezembro e o 6 de janeiro, doze bolos-reis.

Em Portugal, o bolo tem um lugar de honra nas vitrines das confeitarias, desde o final de novembro até 6 de janeiro, Dia de Reis, quando muitas famílias, mantendo a tradição, comem o Bolo Rei e distribuem os presentes das crianças.

No Brasil também existe a tradição do Bolo Rei, que remonta ao período colonial e é uma herança cultural portuguesa.

À pessoa que encontra a fava, cabe o dever de oferecer em retribuição ao dono da casa, no ano seguinte, um Bolo Rei.

MEIAS DE NATAL !!






Diz a lenda que São Nicolau teve conhecimento de que três moças muito pobres que por falta de dote não conseguiam casar.

Então, São Nicolau comovido, foi durante a noite, para não ser visto e atirou moedas de ouro pela chaminé de suas casas, que seriam usados como dote.

Numa das casas, o sacode moedas caiu numa meia que secava na lareira, nascendo o hábito de se colocar presentes no pé de meia.

Outra versão diz que o bispo São Nicolau não gostava de ser percebido quando presenteava, motivo pelo qual colocava os presentes nas chaminés das casas.

As crianças perceberam seu método e passaram a deixar ali suas meias.

Por esse motivo surgiu a tradição de se colocar a meia ou o sapatinho na lareira, para que na manhã do dia de Natal neles fossem encontrados presentes.


A LENDA DA ROSA DE NATAL !!




Na noite do nascimento de Cristo, uma pequena pastora que guardava o seu rebanho viu passar vários pastores e os Reis Magos, carregados de presentes.

Os Reis levavam ricas ofertas, ouro, incenso, mirra, os pastores levavam mel e frutas e ela, triste e desconsolada, não tinha nada que oferecer a este ser tão especial, nem uma singela flor, porque tudo estava coberto de neve.

Então, perante a tristeza da pequena pastora, um anjo passou levemente a mão sobre a neve e aí apareceu uma bela flor, de pétalas brancas sombreadas : A rosa de Natal.

A LENDA DAS PINHAS DE PRATA !!

Era uma vez uma família muito pobre, que mal tinha pão para comer e lenha para se aquecer.

O Natal estava quase à porta e fazia muito frio, mas a mãe decidiu ir apanhar pinhas na floresta mais próxima, que depois venderia no mercado.

Com o dinheiro da venda, compraria comida para alimentar a família.

Assim que apanhou a primeira pinha, ouviu uma voz perguntar-lhe :- Porque é que estás a apanhar as minhas pinhas ? A mãe levantou a cabeça e viu um anão, a quem contou a sua triste história.

O anão teve um sorriso bondoso e disse-lhe :- Vai até ao bosque mais próximo e colhe lá as pinhas, pois são muito melhores do que estas. A mulher assim fez, mas como o bosque ainda era longe, quando lá chegou estava muito cansada.

Sentou-se debaixo de um pinheiro e pôs o cesto ao lado. Então, para seu espanto, viu que as pinhas caíam da árvore como por milagre. Apanhou-as rapidamente e voltou para casa. Quando lá chegou, destapou o cesto e viu que as pinhas se tinham transformado em prata.

E assim, aquela família pobre nunca mais passou fome nem frio. A acreditar na lenda, devemos ter sempre em casa uma pinha para nos dar sorte.

PRESENTES DE NATAL !!





A troca de presentes no natal pode ser explicada de duas formas. A primeira, de fundo religioso, diz que o menino Jesus, quando nasceu, foi presenteado pelos Reis Magos. Ao trocar presentes no Natal, as pessoas estariam repetindo esse ato.

Alguns historiadores têm outra versão. A troca teria surgido na Roma antiga. Durante uma semana de dezembro, os pagãos saíam às ruas para comemorar a Saturnália. Música, comilança e sexo - tudo era permitido.

Além disso, as pessoas trocavam presentes como forma de confraternização. Quando a Igreja Católica escolheu o dia 25 de dezembro como a data oficial do nascimento de Jesus, a Saturnália foi proibida, mas alguns dos costumes pagãos, como a troca de presentes, acabaram sendo adotados pelo cristianismo.


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A LENDA DAS ARANHAS DE NATAL !!




Há muitos, muitos anos, vivia na Alemanha uma família muito feliz. Naquele dia, era véspera de Natal e a mãe andava ocupadíssima a limpar a casa e a decorar a árvore.Num canto da casa, lá mesmo junto ao teto, estavam umas aranhas que, ao verem a mãe com a vassoura na mão a limpar, subiram escadas acima e foram esconder-se no sótão.

Quando já era noite alta e toda a casa estava em silêncio, as aranhas desceram as escadas devagarinho e foi então que viram a linda árvore de Natal, brilhando de mil cores. Não conseguiram resistir à tentação e apressaram-se a subir pelo tronco e ao longo dos ramos. Sentiam-se tão felizes que se esqueceram de que eram aranhas e que as aranhas andam sempre a tecer teias.

Pobre árvore ! Quando as aranhas chegaram ao seu cimo, já ela estava toda coberta de poeirentas teias de aranhas escuras.As aranhas ficaram tristes e não sabiam o que fazer, quando ouviram um barulho e viram que era o Papai Noel que chegava com os presentes para as crianças. Encheram-se de coragem e pediram-lhe humildemente para as ajudar a reparar o que tinham feito.

O Papai Noel viu a árvore coberta de teias de aranha e ficou um pouco preocupado mas depois sorriu. Já sabia como resolver esta triste situação, deixando ao mesmo tempo felizes as aranhas e sem que a mãe visse a árvore coberta das desgraciosas teias: transformou pura e simplesmente as teias em fios de prata e de ouro! E a árvore luzia e tremeluzia como nunca !

Foi assim que, a partir daquele dia, as pessoas passaram a enfeitar as árvores de Natal com grinaldas e outras decorações cintilantes.

OS 3 REIS MAGOS !!




O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. Posteriormente, acrescentaram-se inúmeras lendas, uma das quais dizendo que eles vieram da Pérsia. No século V, Orígenes e Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos.

No século VII, eles ganham nomes populares: Baltazar, Belquior e Gaspar e trazem ouro, incenso e mirra para o menino Jesus. No século XV, lhes é atribuída uma etnia: Belquior (ou Melchior) passa a ser de raça branca, Gaspar, amarelo, e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade.

Os Reis Magos foram homens que guiados por uma estrela conseguiram visitar Jesus logo após seu nascimento. Reconhecidos como Baltasar, rei da Arábia de cor negra, Melchior, rei da Pérsia de cor clara e Gaspar, rei da Índia de cor amarela, representam os povos de toda cor e nação.

Traziam consigo presentes a Jesus que tinham um significado especial:

O ouro representava nobreza e era presente oferecido apenas para reis;
O incenso representava a fé e era presente oferecido apenas para sacerdotes;
A mirra representava perfume suave e sacrifício e era presente oferecido a profetas.

Na simbologia, os reis magos também representavam os ricos e poderosos que apesar de suas posses e conquistas se curvaram a Jesus, homem humilde que nasceu de um ventre virgem em uma estrebaria rodeada de animais mostrando que todos nós nascemos para servir o próximo independente de etnia e classe social.


No contexto bíblico, a palavra “mago” não significa bruxo ou feiticeiro, mas sim assume o sentido de sacerdote ou sábio. Eles possuíam poderes e dons divinos.

No Brasil, na América Latina e em diversos países da Europa, o dia dos Reis Magos é comemorado todo 6 de janeiro. No Brasil, inclusive, várias festas do nosso folclore são realizadas no interior do país. Nos reisados, por exemplo, grupos de pessoas passam de casa em casa pedindo presentes e cantando músicas típicas. Esta festa foi trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis para o continente americano.

Curiosidade :

A estrela que colocamos no topo das árvores de Natal representa a estrela que conduziu os reis magos para a cidade onde nasceu o menino Jesus.

No século XIX, os reis magos se tornaram distribuidores de presentes às crianças.

ESTRELA DE BELÉM !!




Na ponta da árvore de Natal e, muitas vezes, sobre o presépio se coloca a Estrela de Belém. Simboliza a estrela-guia dos magos e sábios do Oriente. A Estrela possui quatro pontas e uma cauda luminosa, como um cometa.

A Bíblia relata que uma estrela guiou os três Reis Magos desde o Oriente e indicou o lugar onde era possível encontrar o Menino Jesus. São muitas as teorias que tentam explicar este milagre, entre elas está a que se tratava do brilhante planeta Vênus, da passagem dos cometas Halley ou Hale-Bopp, uma ocultação da Lua…


Uma das hipóteses aceitas é a do astrónomo Johannes Kleper, que em 1606 afirmou que a estrela era uma rara tripla conjugação da Terra com os planetas Júpiter e Saturno, passando pelo Sol e ao mesmo momento por Peixes. Esta conjugação se apresenta aos olhos do observador terrestre como uma estrela muito brilhante. Outra suposição, esta mais recente, tem a ideia de uma nova estrela brilhante observada próxima da estrela Theta Aquilae.


PRESÉPIOS !!






Segundo a tradição católica, o presépio foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII, em 1223, na região da Úmbria. Com a permissão do Papa, montou um presépio de palha que representava o ambiente do nascimento de Jesus, com pessoas e animais reais e não bonecos.

Neste cenário foi celebrada a missa de Natal e o sucesso foi tamanho que rapidamente se estendeu por toda a Itália. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha (a tradição chegou com o rei Carlos III, que a importou de Nápoles, no século XVIII), na França (inícios do século XX), no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.

PANETONE !!






Uma série de bolos e massas são preparados somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.O bolo recheado de frutas secas e uvas secas é uma tradição do Natal italiano.

Ele foi criado na cidade de Milão, não se sabe ao certo por quem. Existem três versões. A primeira diz que o produto foi inventado, no ano 900, por um padeiro chamado Tone. Por isso, o bolo teria ficado conhecido como pane-di-Tone.

A segunda versão da história conta que o mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, preparou, em 1395, o produto para uma festa. E a última versão é mais romântica e conta que Ughetto resolveu se empregar numa padaria, para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400.

Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa.

No Brasil, a tradição surgiu depois da Segunda Guerra Mundial quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal.

CARTÕES DE NATAL !!





A confecção do primeiro cartão de Natal, costuma ser atribuída ao britânico Henry Cole que, em 1843, encomendou a uma gráfica um cartão com a mensagem: "Feliz Natal e Próspero Ano Novo" porque não tinha tempo para escrever pessoalmente a cada um de seus amigos.

Mas, em 1831, um jornal de Barcelona, na Espanha, quis colocar em funcionamento a técnica da litografia felicitando seus leitores pelo Natal mediante uma estampa, o que já pode ser considerado uma forma de cartão de Natal.

O costume de desejar Boas Festas com o uso de um cartão se estendeu por toda a Europa e, a partir de 1870, estes cartões começaram a ser impressos coloridos. Já a partir desta época a imagem do Papai Noel - com suas diversas variações ao longo das décadas - começou a ser freqüente nos cartões de Natal.


CANÇÕES !!





Anjos cantores anunciam uma boa notícia. "Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade". Anjos, ou seja, mensageiros surgem nos céus para confirmar o nascimento do filho de Deus. Pela melodia que entoam prenunciam um novo tempo.As primeiras canções natalinas datam do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.

SINOS !!





As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. O sino simboliza o respeito ao chamado divino e representa o ponto de comunicação entre o céu e a terra. Remete ao ambiente rural, o tempo da igreja matriz e seus sinos e toques de aviso e de convocação para a vida e para a morte.



VÉLAS !!





Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Lembramos também da remota festa pagã do Sol Invencível dos romanos (Dies solis invicti), celebrada na noite do solstício de inverno, em 25 de dezembro. Os cristãos transformam-na na festa da luz que é Cristo.

Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. Para o cristão, as velas simbolizam a fé, o amor e a vida.

GUIRLANDA !!




Em muitos países, durante o advento, se faz com ramos de pinheiro uma coroa ou guirlanda com quatro velas para esperar a chegada do menino Jesus. Estas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo deste tempo litúrgico, acende-se a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. No segundo domingo, a segunda vela acesa representa a fé. A terceira vela simboliza a alegria do rei David, que celebrou a aliança e sua continuidade. A última vela simboliza o ensinamento dos profetas.

BONECO DE NEVE !!






O toque mágico do Natal vêm com a brancura e o frio da neve no hemisfério norte que exigem que as pessoas convivam mais dentro das casas. Nos países frios, as crianças se acostumaram a sair nos dias de neve de Natal para criar seu próprio homem de neve.

Só é preciso armar duas grandes bolas de neve e colocá-las uma sobre a outra. Uma cenoura serve de nariz, um cachecol velho, um chapéu, algumas laranjas para os olhos e quatro galhos para servir de pés e mãos e o boneco de neve está pronto.

A tradição popular se transformou em peça de decoração de árvores de Natal, mesmo em países tropicais como o Brasil.

ÁRVORE DE NATAL !!






A árvore natalina é simbolizada por um pinheiro enfeitado de luzes e de bolinhas vitrificadas coloridas, e para os cristãos e reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida.

Uma a lenda conta que havia três árvores próximas aos presépios: uma oliveira, uma tamareira e um pinheirinho, que desejavam honrar o recém-nascido. A oliveira ofereceu suas azeitonas, e a tamareira suas tâmaras, mas o pinheirinho não tinha nada a ofertar. Lá do alto, as estrelas desceram do céu e pousaram sobre os galhos do pinheirinho oferecendo-se como presente.

A tradição da árvore é bem antiga (segundo e o terceiro milênio A.C.), quando povos indo-europeus consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Natureza, por isso lhes rendiam culto.

A civilização egípcia considerava a tamareira como árvore da vida e a enfeitava com doces e frutas para as crianças.

Na Roma Antiga, os romanos penduravam máscaras de Baco, o deus do vinho, em pinheiros para comemorar uma festa chamada "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.

Na Mitologia Grega, as árvores eram utilizadas para reverenciar deuses. Elas representavam as possibilidades de evolução e elevação do homem e eram consideradas intermediárias entre o céu e a terra.

Na China, o pinheiro simboliza a longa vida e, no Japão, a imortalidade. O carvalho foi, em muitos casos, considerado a mais poderosa das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.

A atual árvore de Natal aparece na Alemanha, no século XVI e, no século seguinte, são iluminadas com velas. No século XIX, em 1837, a esposa alemã do duque de Orleans introduz este costume na França.

Ainda no século XIX, a tradição chegou à Inglaterra e a Porto Rico. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha pelo mundo, inclusive em países não-cristãos. No século XX, torna-se tradição na Espanha e na maioria da América Latina.

PAPAI NOÉL !!




Personagem destacado no Natal é o Papai Noel. São Nicolau, chamado Santa Klaus, bispo de Myra, na Lícia antiga (atual Turquia). Durante o século IV, este homem de fé marcante foi transformado legendariamente neste Papai universal que oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos.

Uma lenda conta que São Nicolau, no dia de sua festa, 06 de dezembro de cada ano, passava de telhado em telhado depositando presentes nas meias colocadas nas chaminés. Ele estaria acompanhado de um "homem mau" encarregado de punir as crianças desobedientes. Era um homem bondoso que ficava feliz em presentear gente pobre.

Converteu-se, com o tempo, em protetor das crianças, dos marinheiros, dos viajantes e dos mercadores, os tradicionais provedores de presentes. Em 1087, mercadores italianos roubaram de Myra as relíquias deste bispo e a trouxeram para Bari, na Itália, onde hoje se encontram.

Nicolau foi substituído em alguns países pela lenda do menino Jesus que distribuiria presentes na noite do dia 24 de dezembro. Unindo estes contos às antigas lendas nórdicas, renas, trenós de neve e gnomos míticos, temos hoje todos os ingredientes de um conto infantil capaz de comover até os adultos que ainda sonham com sua infância.

Na Antigüidade se trocavam presentes na festa do solstício de inverno, como um sinal de renovação. Em Roma, festejava-se a deusa Strenia. Nos países nórdicos, o deus Odin à cavalo sobre uma nuvem trazia para as crianças recompensas ou punições face ao seu comportamento.

O atual Papai Noel, de roupa vermelha e saco às costas, nasceu nos Estados Unidos, na metade do século XIX, como um São Nicolau sob a forma de um gnomo ou duende e, logo em seguida foi transformado em um simpático velhinho.

Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e se impõe pouco a pouco pela pressão comercial. A lenda diz que o bom velhinho vive no Pólo Norte e tem amigos duendes que o ajudam a entregar os presentes. E, como cada país no mundo vive em um horário diferente, ele consegue entregar todos os presentes no tempo certo.

Além disso, as renas que guiam seu trenó têm anos de prática e conseguem voar muito rápido. São tantas que Noel não consegue contar. O nome de algumas das renas do Papai Noel, em inglês, são: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze.

A primeira vez que foram mencionadas foi em uma história chamada Uma Visita de St. Nicholas, escrita por C. Clement Moore, em 1823. rena do nariz vermelho surgiu bem depois das outras, em uma história chamada Rudolf, a Rena do Nariz Vermelho, de 1939. Antes mesmo da publicação do conto, Rudolph foi chamado de Rollo e Reginald.